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China pode encomendar até 500 aeronaves da Airbus em negociações com líderes europeus

China pode fechar um pedido histórico de até 500 aeronaves da Airbus, enquanto a Boeing enfrenta desafios no mercado local.

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A China está pensando em fazer um grande pedido de aeronaves da Airbus, que pode chegar a 500 unidades. As negociações estão em andamento e devem ser finalizadas em breve, coincidindo com visitas de líderes europeus a Pequim. O pedido pode incluir cerca de 300 aviões, abrangendo modelos de corredor único e de fuselagem larga. A Airbus tem aumentado sua presença no mercado chinês, enquanto a Boeing enfrenta dificuldades devido a tensões comerciais e problemas com o modelo 737 Max. Um acordo desse tamanho ajudaria a Airbus a se consolidar ainda mais na China, um dos maiores mercados de aviação do mundo. As ações da Airbus subiram 4,1% na bolsa de Paris após a notícia das negociações. A Boeing não recebe pedidos significativos da China desde 2017, e as tensões comerciais têm favorecido a Airbus. Se o pedido for confirmado, será um dos maiores já feitos na história da China.

A China está avaliando um pedido de até 500 aeronaves da Airbus, com negociações em andamento que podem ser concluídas em breve, durante visitas de líderes europeus a Pequim. Fontes anônimas indicam que o acordo pode envolver entre 200 e 500 aviões, incluindo modelos de corredor único e de fuselagem larga. As discussões ainda estão em fase inicial e podem não resultar em um fechamento imediato.

A Airbus, que já possui uma linha de montagem em Tianjin, tem ampliado sua participação no mercado chinês, enquanto a Boeing enfrenta dificuldades devido a tensões comerciais e problemas internos, como a suspensão do modelo 737 Max. As ações da Airbus subiram 4,1% na bolsa de Paris após a divulgação das negociações. A Rolls-Royce Holdings, que fornece motores para a Airbus, também viu suas ações aumentarem 0,7% em Londres.

Um acordo significativo com a Airbus poderia reforçar sua posição no mercado de aviação da China, um dos maiores do mundo. A visita do presidente francês, Emmanuel Macron, e do chanceler alemão, Friedrich Merz, em julho, para celebrar os 50 anos de relações diplomáticas entre a China e a União Europeia, pode influenciar as negociações. A relação entre política e compras de aeronaves é evidente, especialmente em um contexto de tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China.

A Boeing não consegue fechar um pedido relevante na China desde 2017, em parte devido a disputas comerciais e à crise do 737 Max. Em 2019, a China foi a primeira a suspender os voos desse modelo após acidentes fatais. A Airbus, por sua vez, se beneficia dessa situação, com um possível pedido que poderia superar um acordo anterior de 300 aviões feito em 2022, avaliado em aproximadamente US$ 37 bilhões.

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