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Citi anuncia corte de 3.500 vagas em tecnologia nas unidades da China

Citi planeja cortar 3.500 empregos na China, parte de uma reestruturação global que visa reduzir 10% da força de trabalho.

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O Citigroup anunciou que vai cortar cerca de 3.500 empregos na área de tecnologia na China, principalmente nas unidades de serviços de tecnologia da informação em Xangai e Dalian. A empresa espera concluir essas demissões até o início do quarto trimestre deste ano. Os cortes fazem parte de um plano maior que visa reduzir 10% da força de trabalho global da empresa, o que equivale a cerca de 20.000 funcionários. A companhia também está transferindo algumas funções para outros centros de tecnologia, mas não revelou quantas vagas ou onde serão realocadas. Esses cortes ocorrem em um momento em que o Citigroup busca melhorar sua rentabilidade e se reestruturar, seguindo uma tendência de redução de custos que afeta vários bancos globais.

Citigroup anunciou que cortará cerca de 3.500 posições de tecnologia na China como parte de um esforço para reduzir custos e otimizar operações globais. A medida afeta principalmente as unidades de serviços de tecnologia da informação nos centros Citi Solution em Xangai e Dalian, com conclusão prevista para o início do quarto trimestre deste ano.

Os cortes estão alinhados com o plano mais amplo da empresa, que visa reduzir 10% de sua força de trabalho global, totalizando aproximadamente 20.000 funcionários. A reestruturação é liderada pela CEO Jane Fraser, que busca melhorar a rentabilidade e restaurar a confiança dos investidores após anos de desempenho abaixo do esperado em comparação com outros grandes bancos dos Estados Unidos.

Além das demissões na China, o Citigroup também está reduzindo operações em outros países, incluindo os Estados Unidos, Indonésia, Filipinas e Polônia. A empresa não especificou quantas funções serão transferidas para outros centros de tecnologia, mas a mudança reflete a pressão crescente sobre os bancos globais para cortar custos em um cenário econômico desafiador.

A situação é semelhante a outras instituições financeiras, como o Hang Seng Bank, que também anunciou reestruturações e cortes de pessoal. A crescente preocupação com a demanda global e os créditos inadimplentes em setores específicos, como o imobiliário, têm levado os bancos a adotar medidas drásticas para se manterem competitivos.

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