Elon Musk encerrou um programa de cortes de custos no governo que resultou em demissões, mas as demissões continuam em várias empresas. Procter & Gamble, Microsoft e Klarna, entre outras, anunciaram cortes significativos de funcionários. Procter & Gamble planeja demitir 7.000 pessoas, cerca de 15% de sua força de trabalho não-manufatureira, como parte de uma reestruturação. A Microsoft vai reduzir seu quadro em 6.000 funcionários, ou 3% do total, para simplificar a gestão. A Klarna cortou 10% de sua equipe global, citando investimentos em inteligência artificial. Outras empresas, como Citigroup, Walmart e Disney, também estão fazendo cortes para se adaptar a um cenário econômico incerto e aumentar a eficiência. A situação reflete uma tendência maior de demissões em várias indústrias, impulsionada pela necessidade de reduzir custos e pela adoção de novas tecnologias.
Elon Musk encerrou uma iniciativa de cortes de custos no governo, que resultou em demissões em massa. Apesar disso, demissões continuam a afetar o setor corporativo nos Estados Unidos, pressionadas pela incerteza econômica e políticas tarifárias.
Recentemente, empresas como Procter & Gamble, Microsoft e Klarna anunciaram cortes significativos em suas equipes. A Procter & Gamble, fabricante de Pampers e Tide, planeja demitir sete mil funcionários, o que representa cerca de 15% de sua força de trabalho não-manufatureira, como parte de um programa de reestruturação. O CFO da empresa, Andre Schulten, afirmou que mudanças abrangentes estão sendo implementadas em sua organização.
A Microsoft também anunciou a redução de aproximadamente seis mil postos, ou 3% de sua equipe global. Um porta-voz da empresa destacou que o objetivo é reduzir camadas de gestão. A Citigroup, por sua vez, planeja cortar cerca de três mil e quinhentos empregos na China, principalmente no setor de serviços de tecnologia da informação.
Impacto da Inteligência Artificial
A pressão para demissões está ligada, em parte, ao investimento em inteligência artificial. O CEO da Klarna, Sebastian Siemiatkowski, mencionou que a empresa já reduziu sua equipe em 40% devido a esses investimentos. A Shopify também está exigindo que suas equipes justifiquem a necessidade de mais funcionários, considerando a possibilidade de que as tarefas possam ser realizadas por inteligência artificial.
Outras empresas, como a Disney, anunciaram cortes de várias centenas de empregos em diferentes divisões, enquanto a Chegg demitiu duzentos e quarenta e oito funcionários, representando 22% de sua força de trabalho, em resposta ao crescimento de ferramentas educacionais baseadas em inteligência artificial.
A Amazon, que já demitiu cerca de vinte e sete mil funcionários desde o início de 2022, anunciou a eliminação de cem postos em sua divisão de dispositivos e serviços. O CEO da CrowdStrike, George Kurtz, também atribuiu cortes de quinhentos empregos à transformação do mercado impulsionada pela inteligência artificial.
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