A compra da casa própria é um sonho para muitos brasileiros, especialmente para aqueles que vivem de aluguel. Uma pesquisa recente mostrou que 93% dos brasileiros que alugam desejam ter um imóvel próprio, e 24% planejam comprar um ainda em 2024. Além disso, 43% das pessoas têm a intenção de adquirir um imóvel nos próximos anos, com a maioria querendo fazer isso em até três anos. O setor de consórcios de imóveis também está crescendo, com um aumento de 26% no número de participantes ativos em comparação ao ano anterior. O volume de cotas comercializadas subiu 56,4%, totalizando quase 100 mil unidades, e os créditos comercializados chegaram a 18,7 bilhões de reais, um aumento de 48,6% em relação a 2024. Especialistas afirmam que os brasileiros buscam alternativas para realizar o sonho da casa própria sem comprometer suas finanças.
A compra da casa própria continua sendo um dos principais anseios dos brasileiros, especialmente nas classes A e B. De acordo com o estudo “Sonhos Brasileiros”, do Instituto Croma, 44% dos brasileiros da classe A e 27% dos que têm entre 45 e 54 anos priorizam a aquisição de um imóvel. No total, 36% da população considera a casa e a moradia como os principais desejos de consumo para 2024.
Uma pesquisa do Datafolha revelou que 93% dos brasileiros que vivem de aluguel ou em casas cedidas sonham em adquirir um imóvel. Além disso, 24% dos entrevistados planejam realizar a compra ainda em 2024, indicando um mercado imobiliário aquecido. 43% da população tem planos de adquirir um imóvel nos próximos anos, com 57% desses compradores desejando fechar negócio dentro de três anos.
Crescimento do Setor de Consórcios
Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (ABAC) mostram um crescimento significativo no setor de consórcios de imóveis. Em março de 2025, o número de participantes ativos atingiu 2.233.067, um aumento de 26% em relação ao ano anterior. O tíquete médio das cotas ficou em R$ 109,00.
O volume de cotas comercializadas cresceu 56,4%, totalizando 98.322 unidades, enquanto os créditos comercializados somaram R$ 18,7 bilhões, um salto de 48,6% em relação a 2024. Fernando Lamounier, educador financeiro e sócio da Multimarcas Consórcios, afirma que “para fugir do crescente endividamento, os brasileiros sentem a necessidade de buscar alternativas que possibilitem a realização de seus sonhos sem ônus para as finanças familiares”.
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