Ricardo Faria, conhecido como “rei do ovo”, criticou a dificuldade de contratar funcionários no Brasil, chamando a situação de “desastre”. Ele atribui isso a programas sociais como o Bolsa Família, que, segundo ele, desestimulam a formalização no trabalho. Faria mencionou que muitos jovens preferem não ter vínculos empregatícios formais e destacou a burocracia e a insegurança jurídica como problemas. Ele comparou o Brasil a países como os Estados Unidos, onde acredita que é mais fácil fazer negócios. Faria também se opôs ao aumento de impostos para milionários e disse que já mudou sua residência fiscal para fora do Brasil. Ele defendeu a desburocratização e criticou a alta carga tributária, afirmando que não faz financiamentos no Brasil há dois anos. Para ele, o Brasil está “ficando para trás” e a solução seria deixar o mercado regular as relações de trabalho, sem muita intervenção do Estado.
O empresário Ricardo Faria, conhecido como “rei do ovo”, expressou sua insatisfação com a dificuldade de contratar funcionários no Brasil. Em entrevista à Folha de S.Paulo, ele afirmou que essa situação é um “desastre”, atribuindo a culpa a programas sociais como o Bolsa Família, que, segundo ele, desestimulam a formalização no mercado de trabalho.
Faria destacou que muitos trabalhadores estão “viciados” no auxílio e que um novo perfil de jovens rejeita vínculos empregatícios formais. Ele criticou a burocracia e a insegurança jurídica no país, comparando o ambiente de negócios brasileiro ao de países como os Estados Unidos, onde, segundo ele, operar é muito mais fácil. “Operar no Brasil é remar rio acima com cobra e jacaré no caminho”, disse.
Além disso, o empresário se opôs à proposta de aumento de impostos para milionários, afirmando que já transferiu sua residência fiscal para fora do Brasil. Ele acredita que o país “premia o pequeno e pune quem quer crescer” e defendeu uma desburocratização ampla. Faria também criticou a alta carga tributária e o IOF, afirmando que não faz financiamentos no Brasil há dois anos e que o custo da máquina pública precisa ser reduzido.
Faria concluiu que o Brasil está “ficando para trás” e que a solução passa por deixar o mercado regular as relações de trabalho, sem a intervenção excessiva do Estado. Ele fez doações para campanhas de direita no passado, mas afirmou que não quer entrar em discussões políticas sobre os governos atuais.
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