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Invepar adia recuperação judicial ao negociar dívidas com credores por 30 dias

Invepar evita recuperação judicial ao firmar acordo de standstill com credores, incluindo a Mubadala, por trinta dias.

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A Invepar, que cuida de grandes concessões como o aeroporto de Guarulhos e a Linha Amarela, conseguiu um acordo com seus credores, incluindo a Mubadala, para evitar a recuperação judicial por 30 dias. O acordo foi feito após negociações e permite que a empresa suspenda os pagamentos por 15 dias, podendo prorrogar por mais 15. A Invepar tem uma dívida total de R$ 1,544 bilhão, sendo R$ 678,8 milhões em debêntures e R$ 865,8 milhões com bancos, com a Mubadala devendo cerca de 44% dessa quantia. Recentemente, a empresa resolveu um conflito com a prefeitura do Rio sobre a Linha Amarela, o que pode ajudar nas negociações com os credores. A Invepar, controlada por fundos de pensão estatais, busca alternativas para evitar um processo judicial e espera chegar a um acordo que permita sua recuperação sem ir à Justiça.

A Invepar, responsável por importantes concessões como o aeroporto de Guarulhos e a Linha Amarela, firmou um acordo de “standstill” com seus credores, evitando um pedido de recuperação judicial por 30 dias. O entendimento foi alcançado após negociações com a Mubadala Capital, principal credora da empresa, e outros bancos, como Banco do Brasil, Itaú e Bradesco.

O acordo, protocolado na 5ª Vara Empresarial da Justiça do Rio, suspende os pagamentos por 15 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 15 dias. A Invepar enfrenta uma dívida total de R$ 1,544 bilhão, sendo R$ 678,8 milhões em debêntures e R$ 865,8 milhões devidos a instituições financeiras. A Mubadala detém cerca de 44% dessa dívida.

Recentemente, a Invepar resolveu um litígio com a prefeitura do Rio sobre a concessão da Linha Amarela, um impasse que durou seis anos. Esse desfecho pode facilitar as negociações com os credores, especialmente com a Mubadala, que possui uma dívida de aproximadamente R$ 325 milhões com a companhia.

As conversas com os bancos são cruciais, uma vez que a Invepar busca alternativas para evitar a judicialização do processo. A empresa é controlada por fundos de pensão estatais, como Previ, Petros e Funcef, que também estão envolvidos nas negociações. A expectativa é que as partes consigam um acordo que permita a recuperação extrajudicial da companhia.

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