No leilão da Agência Nacional do Petróleo, 19 dos 47 blocos na Bacia da Foz do Amazonas foram vendidos. No total, foram oferecidos 172 blocos para exploração de petróleo e gás no Brasil. Três consórcios participaram da disputa na Bacia da Foz do Amazonas, que abrange 21 áreas. O consórcio formado pela ExxonMobil e Petrobras arrematou três blocos, enquanto a Chevron e a CNPC adquiriram os outros. O bônus total arrecadado foi de R$ 528,56 milhões, com um ágio de 1.216,16%. No setor SPFZA-AP4, Petrobras e ExxonMobil compraram dois blocos por R$ 10,54 milhões. No setor SFZA-AP3, oito blocos foram vendidos, totalizando R$ 305,19 milhões e um ágio de 691,08%. A Petrobras e a ExxonMobil conquistaram cinco blocos, enquanto Chevron e CNPC levaram três. Não houve propostas para o setor SFZA-AP1 e para os blocos da Bacia Potiguar. Apenas um bloco da Bacia dos Parecis foi vendido, com um investimento previsto de R$ 12,091 milhões. O setor SPRC-O também não recebeu ofertas.
Dos 47 blocos disponíveis na Bacia da Foz do Amazonas, 19 foram arrematados no leilão promovido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) nesta terça-feira, no Rio de Janeiro. O leilão ofereceu um total de 172 blocos para exploração de petróleo e gás no Brasil, representando pouco mais da metade dos 332 blocos inicialmente disponíveis.
Na Bacia da Foz do Amazonas, três consórcios disputaram os blocos do setor SFZA-AP2, que abrange 21 áreas. Os consórcios foram formados por ExxonMobil Brasil e Petrobras, Chevron Brasil e CNPC Brasil, além de uma parceria entre Petrobras e ExxonMobil. Nove blocos foram arrematados, sendo três pelo consórcio ExxonMobil e Petrobras, enquanto os demais foram adquiridos por Chevron e CNPC. O bônus total arrecadado foi de R$ 528,56 milhões, com um ágio impressionante de 1.216,16%.
No setor SPFZA-AP4, Petrobras e ExxonMobil também arremataram dois blocos, com uma única oferta que resultou em um bônus de R$ 10,54 milhões. No setor SFZA-AP3, que inclui 21 blocos, oito foram vendidos, totalizando um bônus de R$ 305,19 milhões e um ágio de 691,08%. A Petrobras e a ExxonMobil conquistaram cinco blocos, enquanto Chevron e CNPC levaram os outros três.
Não houve propostas para o setor SFZA-AP1, que possui dois blocos, nem para os 16 blocos da Bacia Potiguar. Apenas um dos 21 blocos da Bacia dos Parecis foi arrematado pela Dillianz, que atua em Brasil, Portugal, Estados Unidos e Reino Unido. O investimento previsto para esse bloco é de R$ 12,091 milhões, com um bônus de assinatura de R$ 55 mil e um ágio de 10%. O setor SPRC-O, que contém 12 blocos, também não recebeu ofertas.
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