A diretora da Petrobras, Clarice Coppetti, afirmou que a empresa precisa investir em novas áreas de exploração de petróleo para evitar a importação do produto na próxima década e cumprir suas metas de descarbonização. Durante um evento no Rio de Janeiro, ela destacou que as reservas em águas profundas da Petrobras são um grande diferencial no mercado. Coppetti alertou que, se o Brasil não explorar novas reservas, poderá precisar importar petróleo a partir de 2030, o que afetaria a economia e dificultaria a redução das emissões de CO2, já que o petróleo importado não teria os mesmos padrões de sustentabilidade que o produzido pela Petrobras.
As reservas de petróleo em águas profundas da Petrobras (PETR4) foram destacadas como “ativos extraordinários” pela diretora executiva de Assuntos Corporativos, Clarice Coppetti, em evento realizado no Rio de Janeiro. A executiva enfatizou a importância de investir em novas fronteiras de exploração para evitar a importação de petróleo na próxima década e garantir as metas de descarbonização da empresa.
Coppetti afirmou que a Petrobras possui reservas significativas em áreas profundas, o que a diferencia no mercado global. A expertise da companhia em exploração de petróleo em águas profundas é reconhecida e procurada por grandes empresas do setor. Durante sua participação no evento “Diálogos para a Construção da Estratégia Brasil 2025-2050”, promovido pelo Ministério do Planejamento e Orçamento, a diretora ressaltou a necessidade de novos investimentos em poços exploratórios.
A diretora alertou que, se o Brasil não incorporar novas reservas, poderá enfrentar a necessidade de importar petróleo a partir da década de 2030. Essa situação não apenas comprometeria a balança comercial, mas também dificultaria o cumprimento das metas de redução de emissões de CO2, uma vez que o petróleo importado não teria os mesmos padrões de descarbonização que o produzido pela Petrobras.
Entre na conversa da comunidade