- A Oi protocolou um pedido para encerrar o Chapter 15 na Corte de Falências do Distrito Sul de Nova York.
- A decisão visa permitir que a empresa recorra ao Chapter 11, buscando uma reestruturação mais ativa de suas dívidas nos Estados Unidos.
- O Chapter 15, utilizado desde 2020, facilitava a cooperação internacional em casos de insolvência, mas a Oi considera que não é mais estratégico.
- O presidente da Oi, Marcelo Milliet, afirmou que a gestão está focada em decisões rápidas para garantir a continuidade da empresa.
- A Oi também anunciou a venda de sua participação na V.tal, avaliada em cerca de R$ 13 bilhões, como parte de sua estratégia de reestruturação.
A Oi (OIBR3) protocolou nesta segunda-feira, 7, um pedido na Corte de Falências do Distrito Sul de Nova York para encerrar o Chapter 15, que reconhecia sua recuperação judicial no Brasil. A decisão visa explorar a possibilidade de recorrer ao Chapter 11, um processo que permite uma reestruturação mais ativa das dívidas nos Estados Unidos.
O Chapter 15, utilizado pela Oi desde 2020, é um mecanismo que facilita a cooperação internacional em casos de insolvência. No entanto, a empresa avaliou que a continuidade desse processo não é mais estratégica, considerando o estágio atual de sua recuperação no Brasil. Com a rescisão, a Oi busca um novo caminho para resolver sua crise financeira.
A proposta de recorrer ao Chapter 11 permitirá que a Oi mantenha o controle de suas operações enquanto elabora um plano de reestruturação financeira. Esse procedimento é semelhante à recuperação judicial brasileira e possibilita a renegociação de dívidas e a venda de ativos, visando a viabilidade do negócio.
Marcelo Milliet, presidente da Oi, destacou que a atual gestão está comprometida em tomar decisões ágeis e consistentes para garantir a continuidade da empresa. Ele enfatizou que a prioridade é atender às necessidades dos clientes e ajustar o plano de recuperação conforme necessário.
Recentemente, a Oi também anunciou a venda de sua participação na V.tal, avaliada em cerca de R$ 13 bilhões, como parte de sua estratégia de reestruturação. A companhia continua a enfrentar desafios significativos desde que entrou em recuperação judicial, e a evolução de sua estratégia nos EUA pode impactar diretamente suas operações e a confiança dos investidores.
Entre na conversa da comunidade