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Trabalhadores abandonam empregos por salários baixos e questões pessoais

A pesquisa de 2025 revela que colaboradores buscam retomar o controle do tempo pessoal, desafiando a cultura de disponibilidade constante.

Atualmente, o salário considerado baixo é a principal causa para que funcionários peçam demissão ao redor do mundo, segundo a pesquisa Korn Ferry Workforce 2025. (Foto: Daniel Teixeira/Estadão)
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  • Profissionais estão pedindo demissão devido a remuneração insuficiente, falta de valorização e questões pessoais.
  • A pesquisa Korn Ferry Workforce 2025, com mais de 15 mil trabalhadores em dez países, aponta a insatisfação salarial como a principal razão para as saídas.
  • Além dos baixos salários, a falta de respeito pelos limites pessoais e a exaustão da cultura de “sempre disponível” também contribuem para as demissões.
  • A sócia sênior da Korn Ferry, Adriana Rosa, destaca que a pressão para estar sempre conectado leva os colaboradores a reavaliar suas prioridades.
  • Os dados de 2025 mostram que os profissionais estão retomando o controle sobre seu tempo pessoal e buscando um equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Os pedidos de demissão entre profissionais têm aumentado, impulsionados por fatores como remuneração insuficiente, falta de valorização e questões pessoais. A pesquisa Korn Ferry Workforce 2025, que ouviu mais de 15 mil trabalhadores em dez países, revela que a insatisfação salarial é a principal razão para a saída de colaboradores.

Além dos baixos salários, o estudo destaca que a falta de respeito pelos limites pessoais e a exaustão gerada pela cultura de “sempre disponível” estão contribuindo para essa onda de demissões. A sócia sênior da Korn Ferry, Adriana Rosa, aponta que a pressão para estar sempre conectado e disponível tem levado muitos a reavaliar suas prioridades e estabelecer limites.

Os dados de 2025 mostram uma mudança de comportamento entre os colaboradores, que estão começando a retomar o controle sobre seu tempo pessoal. A pesquisa abrangeu profissionais de mercados como Estados Unidos, Brasil, Alemanha e Japão, refletindo uma tendência global.

Adriana Rosa enfatiza que, embora a cultura corporativa valorize a ocupação constante, é essencial que os colaboradores reconheçam que estar sempre ocupado não é sinônimo de produtividade. Para isso, ela sugere que as empresas adotem práticas que promovam um equilíbrio saudável entre vida pessoal e profissional, ajudando os funcionários a se sentirem mais valorizados e respeitados.

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