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Trump prioriza negociações comerciais lentas, afirma secretário do Tesouro dos EUA

Trump prioriza qualidade em acordos comerciais e não apressará negociações antes da imposição de tarifas de 50% em agosto.

Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA. (Foto: Andrew Harnik/Getty Images)
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  • O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, informou que o presidente Donald Trump não irá acelerar acordos comerciais antes de 1º de agosto.
  • A partir dessa data, tarifas de 50% sobre produtos importados de vários países, incluindo o Brasil, entrarão em vigor.
  • Bessent enfatizou que o governo prioriza a qualidade dos acordos em vez da rapidez nas negociações.
  • Ele também mencionou a possibilidade de novas tarifas, que poderiam incentivar países a negociar melhores condições.
  • O secretário indicou que haverá futuras conversas com a China, apesar de questões pendentes, como a compra de petróleo iraniano e russo.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, anunciou que o presidente Donald Trump não irá acelerar acordos comerciais antes de 1º de agosto, data em que tarifas de 50% sobre produtos importados de diversos países, incluindo o Brasil, entrarão em vigor. Bessent destacou que o foco do governo americano está na qualidade dos acordos, não na rapidez.

Durante entrevista à CNBC, Bessent afirmou: “Não vamos nos apressar só para fechar acordos.” Ele também mencionou a possibilidade de novas tarifas, que poderiam pressionar países a negociar melhores condições. O secretário indicou que a decisão sobre prazos adicionais para negociações produtivas caberia apenas a Trump.

Além disso, Bessent renovou as ameaças tarifárias, sugerindo que um aumento nas taxas sobre importações poderia forçar nações a chegarem a “acordos melhores.” O secretário também se referiu à China, com quem os EUA assinaram uma trégua comercial recentemente, afirmando que haverá “conversas em um futuro muito próximo.”

O acordo firmado em Genebra resultou na redução das tarifas americanas sobre produtos chineses de 145% para 30%, enquanto as tarifas retaliatórias da China caíram de 125% para 10%. Bessent observou que, apesar do bom momento do comércio, existem questões pendentes, como a compra de petróleo iraniano e russo pela China, que precisam ser discutidas.

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