- A vacância de prédios corporativos em São Paulo caiu de 23% para 3% no segundo trimestre, segundo a Jones Lang LaSalle.
- A redução foi impulsionada pela chegada de novos inquilinos, como a EXAME Saint Paul e o Banco do Brasil, que ocuparão 11 mil e 14 mil metros quadrados, respectivamente.
- O edifício, projetado pela Brookfield em parceria com a Fibra Experts, possui 21 andares e 523 vagas de garagem.
- Na Chucri Zaidan, a Eurofarma absorveu 14 mil metros quadrados, embora a taxa de vacância na região permaneça em 17%.
- A Chucri Zaidan conta com 23 prédios e um estoque de 768 mil metros quadrados, com 141 mil metros quadrados disponíveis.
A vacância dos prédios corporativos em São Paulo apresenta uma queda significativa, especialmente na região do Centro. No segundo trimestre, a taxa de vacância despencou de 23% para apenas 3%, conforme estudo da Jones Lang LaSalle. Esse movimento foi impulsionado pela chegada de novos inquilinos, como a EXAME Saint Paul e o Banco do Brasil, que ocuparão 11 mil e 14 mil metros quadrados, respectivamente, no Passeio Paulista.
O edifício, projetado pela Brookfield em parceria com a Fibra Experts, possui 21 andares e uma fachada em pele de vidro, além de 523 vagas de garagem. A escassez de novos imóveis na área contribuiu para essa redução na vacância, contrastando com a média de 17,3% na cidade.
Chucri Zaidan em Destaque
Outra região que se destacou foi a Chucri Zaidan, onde a Eurofarma absorveu 14 mil metros quadrados na torre Viva!. Embora a taxa de vacância na Chucri Zaidan permaneça em 17%, a área se beneficia de um aumento na entrega de novos imóveis, com 24 mil metros quadrados disponibilizados apenas no segundo trimestre.
Desde o lançamento do complexo Rochaverá em 2008, a Chucri Zaidan se consolidou como um polo corporativo, abrigando grandes empresas como Nestlé, Vivo e Deloitte. Atualmente, a região conta com 23 prédios e um estoque de 768 mil metros quadrados, com uma área disponível de 141 mil metros quadrados.
A dinâmica entre as regiões do Centro e Chucri Zaidan reflete as mudanças no mercado imobiliário de São Paulo, onde a demanda por espaços corporativos continua a crescer, mesmo em meio a desafios econômicos.
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