- O JPMorgan elevou a recomendação das ações da Nike para “compra” e ajustou o preço-alvo de US$ 64 para US$ 93.
- A expectativa é de crescimento acelerado a partir de 2026, impulsionado pela Copa do Mundo e inovações em produtos.
- As ações da Nike apresentaram um leve aumento de menos de 1% em 2023, com potencial de valorização de aproximadamente 18% em relação ao fechamento de US$ 76,27.
- O analista Matthew Boss destacou cinco pilares para a recuperação da Nike, incluindo o realinhamento dos estoques globais até o segundo trimestre de 2026.
- A margem operacional deve se recuperar entre 2026 e 2028, alcançando níveis pré-pandemia entre 12% e 13% a partir de 2029.
A Nike recebeu uma atualização positiva do JPMorgan, que elevou a recomendação das ações da empresa para “compra” e ajustou o preço-alvo de US$ 64 para US$ 93. Essa mudança reflete a expectativa de um crescimento acelerado a partir de 2026, impulsionado pela Copa do Mundo e inovações em produtos.
As ações da Nike já apresentaram um leve aumento de menos de 1% em 2023, mas a nova meta de preço sugere um potencial de valorização de aproximadamente 18% em relação ao fechamento de US$ 76,27 na última sexta-feira. O analista Matthew Boss acredita que a empresa está em um ponto de inflexão, onde a receita deve voltar a crescer após um período de desafios relacionados à gestão de estoques e ciclos de produtos.
Catalisadores de Crescimento
Boss identificou cinco pilares que devem sustentar a recuperação da Nike. O realinhamento dos estoques globais deve ocorrer até o segundo trimestre de 2026, alinhando-se ao ritmo de vendas. Além disso, a expectativa é de um aumento nos pedidos do atacado para as coleções de primavera e verão.
A Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, é vista como um motor significativo para as vendas da Nike. O fortalecimento das linhas de produtos, especialmente em corrida e basquete, deve contribuir para o aumento do tíquete médio.
Perspectivas Futuras
O analista projeta uma recuperação gradual da margem operacional entre 2026 e 2028, com um avanço de 5 pontos percentuais. A expectativa é que a margem operacional alcance níveis pré-pandemia, entre 12% e 13%, a partir de 2029. As análises se baseiam em conversas com a diretoria da Nike e na interpretação do último balanço financeiro.
Boss acredita que novos produtos de performance compensarão a queda nas linhas clássicas, sinalizando um ponto de inflexão no modelo de negócios da companhia. O crescimento da receita deve acelerar no segundo semestre de 2026 e em 2027, conforme a Nike supera os desafios enfrentados nos últimos trimestres.
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