- O Secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, anunciou que tarifas sobre importações de diversos países entrarão em vigor na sexta-feira, 1º de agosto.
- O prazo para a implementação das tarifas não será adiado, mesmo com as negociações comerciais em andamento com a China.
- As tarifas fazem parte de um plano mais amplo anunciado pelo presidente Donald Trump em abril e foram adiadas várias vezes.
- Lutnick informou que haverá uma tarifa de 50% sobre importações do Brasil e que Trump rejeitou propostas de abertura de mercados em busca de melhores condições.
- O Secretário de Comércio afirmou que os Estados Unidos permanecem abertos a futuras negociações, mas Trump pode definir as tarifas e seguir em frente.
O Secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, confirmou que as tarifas sobre importações de diversos países entrarão em vigor nesta sexta-feira, 1º de agosto. Lutnick destacou que o prazo para a implementação das tarifas não será adiado, apesar das negociações comerciais em andamento com a China, que seguem em um cronograma separado.
As tarifas, parte de um plano mais amplo anunciado pelo presidente Donald Trump em abril, foram adiadas várias vezes. Lutnick afirmou que a equipe dos EUA está focada em finalizar as tarifas para o restante do mundo, enquanto as discussões com a China ocorrem em Estocolmo. Ele enfatizou que “agosto 1 é a data que estamos definindo para todas essas taxas”.
As novas tarifas, que incluem um aumento significativo, como uma tarifa de 50% sobre importações do Brasil, foram comunicadas a mais de duas dezenas de líderes mundiais. Lutnick observou que, embora o presidente tenha recebido propostas de abertura de mercados de vários países, ele as rejeitou em busca de melhores condições para os EUA. “O preço de um acordo com os Estados Unidos é totalmente aberto”, disse Lutnick, referindo-se à posição de Trump em relação às negociações.
O Secretário de Comércio também mencionou que, mesmo após a implementação das tarifas, os EUA permanecem abertos a negociações futuras. “Existem acordos na mesa que ele pode considerar, mas o presidente sabe que pode simplesmente definir a taxa e seguir em frente”, concluiu Lutnick.
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