- A Figma, empresa de design de software, estreou na bolsa com um aumento de 250% no primeiro dia de negociação, após as ações serem precificadas a R$ 33.
- O valor das ações alcançou R$ 115,50, gerando grande interesse no mercado.
- O analista Jim Cramer, da CNBC, alertou sobre a valorização excessiva das ações, comparando-a a bolhas do passado.
- Cramer destacou que a relação preço-vendas da Figma é muito mais alta do que a de empresas como Meta e Microsoft.
- A Figma não se pronunciou sobre os comentários de Cramer até o momento.
Figma, a empresa de design de software, teve uma estreia notável na bolsa, com suas ações subindo 250% no primeiro dia de negociação, após serem precificadas a R$ 33. O valor das ações alcançou R$ 115,50, atraindo a atenção do mercado. No entanto, o analista Jim Cramer, da CNBC, expressou preocupações sobre a valorização excessiva do estoque, comparando-a a bolhas do passado.
Cramer destacou que, embora a Figma tenha um produto sólido e uma base de clientes que inclui gigantes como Google e Microsoft, o preço das ações é “wildly inflated”. Ele observou que a relação preço-vendas da empresa é significativamente mais alta do que a de Meta e Microsoft, que são líderes de mercado. Cramer alertou que a euforia em torno da Figma pode ser um sinal de “ludicrous valuations” e que o mercado deve voltar a focar nos resultados financeiros trimestrais.
O analista também mencionou que, durante a bolha da internet em 1999, muitos investidores se deixaram levar por avaliações exageradas. Ele espera que a situação atual não se repita e que a atenção do mercado se desloque para os fundamentos financeiros das empresas, em vez de se concentrar em novas IPOs como a da Figma. A empresa não comentou sobre as declarações de Cramer até o momento.
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