- A Prece, fundo de pensão dos funcionários da Cedae, vendeu sua participação de 20% no Terminal Garagem Menezes Côrtes.
- A transação foi realizada com a Bekin Gestão Imobiliária, que já controlava 80% do terminal.
- O terminal, localizado no Centro do Rio, foi privatizado em 1998.
- No primeiro trimestre de 2024, o faturamento do terminal foi de R$ 6,3 milhões, um aumento de 20% em relação ao ano anterior, mas ainda abaixo dos níveis pré-pandemia.
- A venda reflete a busca da Prece por reestruturação financeira em um cenário desafiador.
A Prece, fundo de pensão dos funcionários da Cedae, anunciou a venda de sua participação de 20% no Terminal Garagem Menezes Côrtes, localizado no Centro do Rio. A transação será realizada com a Bekin Gestão Imobiliária, que já controla 80% do terminal. A Prece detinha essa fatia desde 1998, quando o terminal foi privatizado.
O Terminal Garagem Menezes Côrtes, um ativo histórico da cidade, sofreu os impactos da pandemia, que esvaziou a região central. No primeiro trimestre de 2024, o terminal registrou um faturamento de R$ 6,3 milhões, representando um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior. No entanto, esse valor ainda está quase pela metade do que era faturado antes da pandemia, considerando a correção pela inflação.
A venda da participação da Prece reflete a busca por reestruturação e recuperação financeira em um cenário desafiador. A Bekin, registrada em nome de familiares do banqueiro Álvaro Otero, agora se torna a controladora total do terminal, o que pode trazer novas perspectivas para a gestão do espaço.
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