- O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu a visita do senador Flávio Bolsonaro pela primeira vez desde que teve sua prisão domiciliar decretada.
- A visita ocorreu na residência de Bolsonaro em Brasília, após autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
- Flávio criticou a decisão de Moraes, afirmando que a prisão deveria ter sido revogada desde o início.
- Além de Flávio, o ex-presidente recebeu o senador Ciro Nogueira e outros parlamentares que solicitaram autorização para visitá-lo.
- A prisão domiciliar foi imposta devido ao descumprimento de medidas cautelares, incluindo a proibição de publicar conteúdo nas redes sociais.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu a visita de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pela primeira vez desde que teve sua prisão domiciliar decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na segunda-feira, 4. O encontro ocorreu na residência do ex-chefe do Executivo em Brasília, após Moraes autorizar visitas de familiares.
Flávio Bolsonaro criticou a decisão de Moraes, afirmando que o ministro deveria ter revogado a prisão desde o início. “O que ele tinha que ter feito desde o começo era revogar essa prisão”, declarou o senador ao deixar a casa do pai. O despacho do ministro permitiu que filhos, cunhadas e netos visitassem Bolsonaro sem necessidade de comunicação prévia, respeitando as determinações legais.
Além de Flávio, o ex-presidente também recebeu a visita do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que afirmou que a visita foi autorizada pelo STF e seguiu todas as normas estabelecidas. Outros parlamentares, como o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e o deputado Zucco (PL), solicitaram autorização para visitar Bolsonaro, alegando motivos institucionais e humanitários.
A prisão domiciliar foi decretada após Bolsonaro descumprir medidas cautelares, incluindo a proibição de veicular conteúdo nas redes sociais. O ex-presidente também foi acusado de realizar uma chamada de vídeo com um apoiador, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), o que motivou a decisão de Moraes.
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