- O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou que novas tarifas à China estão sendo consideradas, especialmente sobre importações de petróleo russo.
- Lutnick declarou que “tudo está sobre a mesa” em relação a medidas comerciais.
- O presidente Donald Trump impôs uma tarifa adicional de 25% sobre a Índia, que já enfrentava tarifas semelhantes.
- A trégua comercial entre os EUA e a China termina em 12 de agosto e pode ser prorrogada, segundo Lutnick.
- A situação reflete a complexidade das relações comerciais, influenciadas por fatores geopolíticos, como a guerra na Ucrânia.
O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou que novas tarifas à China estão em consideração, especialmente em relação às importações de petróleo russo. Durante uma entrevista à Fox Business, Lutnick declarou que “tudo está sobre a mesa” em termos de medidas comerciais. Essa declaração surge em um momento em que os EUA e a China estão em uma trégua de 90 dias em sua guerra comercial, após meses de tensões e tarifas elevadas.
Na quarta-feira, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que impõe uma tarifa adicional de 25% sobre a Índia, que já enfrentava uma tarifa semelhante. Essa ação visa pressionar o presidente russo, Vladimir Putin, a interromper os combates na Ucrânia. Desde maio, as tarifas entre os dois países foram reduzidas para 30% nas importações chinesas e 10% nas importações dos EUA.
Possibilidade de Prorrogação
Lutnick também mencionou que a trégua comercial, que termina em 12 de agosto, pode ser prorrogada. Ele destacou que a equipe comercial e o presidente decidirão sobre a extensão do acordo. “Parece provável que eles cheguem a um acordo e o estendam por mais 90 dias”, afirmou o secretário, deixando a decisão nas mãos da equipe responsável.
A situação atual reflete a complexidade das relações comerciais entre os EUA e a China, que continuam a ser influenciadas por fatores geopolíticos, como a guerra na Ucrânia e as políticas energéticas globais. A possibilidade de novas tarifas e a prorrogação da trégua indicam que as negociações comerciais ainda estão longe de um desfecho definitivo.
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