- A 2ª edição do Engaja S/A, realizada pela Flash em parceria com a Fundação Getulio Vargas – Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV-EAESP) e o Grupo Talenses, revelou um aumento de 11% no engajamento dos trabalhadores híbridos em 2024.
- O estudo, que ouviu 2.733 profissionais de várias regiões do Brasil, mostrou que o modelo híbrido superou o trabalho remoto e o presencial em satisfação.
- A interação social e o fortalecimento da cultura organizacional são agora fatores importantes que impulsionam a preferência pelo modelo híbrido.
- O trabalho presencial continua a ser o menos engajante, com apenas 42% dos trabalhadores se sentindo engajados.
- O modelo híbrido também apresentou um aumento na confiança na liderança, que subiu de 51% para 62%.
Dados da 2ª edição do Engaja S/A, realizada pela Flash em parceria com a FGV-EAESP e o Grupo Talenses, revelam um aumento de 11% no engajamento dos trabalhadores híbridos em 2024. O estudo, que ouviu 2.733 profissionais de diversas regiões do Brasil, mostra que esse modelo superou tanto o trabalho remoto quanto o presencial em termos de satisfação.
Historicamente, a autonomia do trabalho remoto era vista como a principal razão para sua popularidade. No entanto, o novo estudo indica que a interação social e o fortalecimento da cultura organizacional são agora fatores cruciais que impulsionam a preferência pelo modelo híbrido. Isadora Gabriel, CHRO da Flash, destaca que “o modelo híbrido equilibra flexibilidade e conexão entre as pessoas”.
Enquanto o trabalho híbrido se destaca, o modelo presencial continua a ser o menos engajante, com apenas 42% dos trabalhadores se sentindo engajados. A pesquisa aponta que os profissionais presenciais estão mais desmotivados em relação ao significado do trabalho, enfrentando desafios como falta de tempo para projetos pessoais e desconexão com a cultura da empresa.
Desempenho do Modelo Híbrido
Os trabalhadores híbridos demonstraram um aumento significativo na confiança na liderança, que subiu de 51% para 62%. Esse aspecto é considerado fundamental para o engajamento no Brasil. Além disso, o modelo híbrido também se destacou na dimensão de Ambiente de Trabalho Positivo, com 61% de engajamento, mantendo o mesmo patamar de 2023.
Por outro lado, o trabalho remoto registrou uma queda de 8% na mesma dimensão, refletindo uma diminuição na satisfação com aspectos como qualidade de vida e apoio à saúde mental. Isadora observa que a interação presencial impacta diretamente o senso de pertencimento e a eficiência da comunicação, sugerindo que as empresas que estruturam bem suas políticas de trabalho flexível conseguem extrair o melhor dos dois mundos.
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