- A Renner registrou crescimento de 17,3% nas vendas em mesmas lojas no último trimestre, superando expectativas.
- O EBITDA aumentou 33%, alcançando R$ 891 milhões, e o lucro líquido subiu 28,4%, totalizando R$ 404,5 milhões.
- A empresa planeja abrir entre 30 e 37 novas unidades em 2024, com investimento de R$ 850 milhões em tecnologia e automação.
- O e-commerce teve aumento de 20,7% na receita, representando 15,1% do total, e a inadimplência na Realize caiu para 13,5%.
- A Renner já executou 70% do programa de recompra de ações e pretende concluir até o primeiro ou segundo trimestre de 2026.
A Renner apresentou um crescimento de 17,3% nas vendas em mesmas lojas no último trimestre, superando as expectativas do mercado. O desempenho foi impulsionado pela assertividade nas coleções e pela gestão eficiente de estoques, resultando em uma margem bruta de 57,1%, uma das mais altas da história da empresa.
O CEO Fabio Faccio destacou que a combinação de um clima mais ameno e produtos atrativos foi fundamental para o resultado. O EBITDA cresceu 33%, alcançando R$ 891 milhões, enquanto o lucro líquido subiu 28,4%, totalizando R$ 404,5 milhões. Esses resultados refletem os investimentos realizados nos últimos anos, que melhoraram a alavancagem operacional da companhia.
Expansão e Inovação
A Renner planeja abrir entre 30 e 37 novas unidades em 2024, com um investimento de R$ 850 milhões em tecnologia e automação, além da remodelação de lojas. O novo centro de distribuição em Cabreúva está operando de forma eficiente, melhorando a reposição de produtos nas lojas.
O e-commerce também teve um desempenho positivo, com um aumento de 20,7% na receita, representando 15,1% do total. A inadimplência no braço financeiro da empresa, a Realize, caiu para 13,5%, mesmo em um cenário de juros elevados.
Recompra de Ações
A companhia já executou 70% do programa de recompra de ações anunciado em fevereiro, após uma queda significativa no valor dos papéis. O lucro por ação aumentou 34,4%, e a Renner pretende concluir o programa até o primeiro ou segundo trimestre de 2026. O CFO Daniel Martins afirmou que os investimentos em distribuição e moda permitirão um crescimento sustentável nos próximos trimestres.
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