- O Ibovespa subiu 0,22%, fechando aos 155.112,38 pontos, após quatro quedas seguidas e sustentação de Wall Street; o dia teve giro financeiro de R$ 19,26 bilhões.
- A sessão teve mínima de 154.529,17 pontos e máxima de 155.832,28 pontos, com o volume financeiro somando R$ 19,26 bilhões antes dos ajustes finais.
- O dólar encerrou próximo da estabilidade, em 5,3951 reais, após oscilar entre 5,3787 e 5,4066 reais; o contrato de dólar futuro para dezembro operava em 5,4010 reais.
- Bancos centrais ficaram no centro das atenções: o Fed é esperado cortar juros em dezembro, o que pesou na maior parte da sessão, mantendo a pressão sobre o câmbio.
- O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que a inflação permanece acima da meta de 3% e que os juros devem permanecer restritivos, destacando trade-off entre juros e convergência inflacionária.
O Ibovespa fechou em alta nesta segunda-feira (24), recuperando parte das perdas recentes, em um pregão apoiado por indicadores externos. O índice subiu 0,22%, para 155.112,38 pontos, após registrar 154.529,17 pontos na mínima e 155.832,28 pontos na máxima. O volume financeiro somou 19,26 bilhões de reais.
O dólar encerrou o dia próximo da estabilidade, abaixo de 5,40 reais, em meio à intensificação das apostas de que o Federal Reserve poderá cortar juros em dezembro. O fechamento foi de 5,3951 reais na venda, com o dólar futuro de dezembro em 5,4010 reais, às 17h03. A variação no câmbio ficou restrita, apesar de avanços em mercados emergentes.
Internamente, o tom positivo veio após melhora nas expectativas de inflação no Brasil e com o dólar recuando no radar de política externa. O ambiente externo ganhou impulso com o movimento de alta nos principais índices de Wall Street, que fortalecia o apetite por risco global.
Desdobramentos da política monetária e do câmbio
Durante evento da Febraban, em São Paulo, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ressaltou que a inflação ainda permanece acima da meta de 3% e que a taxa básica deve permanecer restritiva. Ele afirmou que o custo do combate à inflação impõe um trade-off entre manter o juro elevado e o ritmo de convergência à meta.
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