- Em novembro, o Bitcoin deve fechar o mês com o pior desempenho em três anos, transitando perto de US$ 86 mil após chegar a US$ 126 mil em outubro.
- ETFs de Bitcoin negociados nos Estados Unidos registraram saída líquida recorde de US$ 3,7 bilhões, superando o recorde anterior de US$ 3,6 bilhões.
- ETFs de Ethereum acumularam perdas superiores a US$ 1,6 bilhão no mês.
- A capitalização total dos tokens caiu abaixo de US$ 3 trilhões, o menor nível desde abril.
- O mercado continua sob forte aversão ao risco, com lembranças do colapso de 2022, envolvendo a FTX.
Em novembro, o mercado de criptomoedas enfrentou queda acentuada: o Bitcoin registrou o pior mês em três anos, com a cotação recuando para cerca de US$ 86 mil. ETFs de Bitcoin sofreram saída líquida recorde de US$ 3,7 bilhões, enquanto ETFs de Ethereum tiveram perdas superiores a US$ 1,6 bilhão. A capitalização total das criptomoedas caiu abaixo de US$ 3 trilhões, reacendendo memórias da crise de 2022.
Os dados indicam fluxo consistente de saída de capitais em ativos digitais nos EUA, conforme relatório da SosoValue. A pressão de venda coincidiu com aversão ao risco ampliada entre investidores e desvalorização de fundos listados no país. O Bitcoin chegou a tocar o menor patamar desde abril, em meio a queda de mais de 35% desde outubro, antes de estabilizar em patamar próximo de US$ 86 mil na atual sessão.
Desempenho e contexto
A retração de preço do Bitcoin atual está acompanhada pela queda de Ethereum e pelo recuo da capitalização de mercado, segundo dados de mercado. O movimento reforça o cenário de incerteza desde o colapso de 2022, quando a falência de FTX derrubou a confiança no setor. O arsenal de instrumentos financeiros ligados a cripto, como ETFs à vista, continua a reagir ao ambiente de risco e às discussões regulatórias em curso.
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