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França pede suspensão de três meses para Shein por bonecas e armas

França solicita suspensão de três meses do site da Shein; audiência ocorre nesta quarta para avaliar conformidade com a lei da União Europeia

Shein bloqueia marketplace francês por segurança, mantendo sua linha de roupas no ar
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  • A França pedirá a um juiz de Paris que suspenda a plataforma Shein no país por três meses, em resposta à venda de bonecas sexuais infantis e armas proibidas; audiência ocorre na quarta-feira, 26 de setembro, com a Infinite Styles Services Co Ltd, empresa que comanda a Shein na Europa.
  • A Shein já desativou o marketplace na França desde 5 de novembro, mantendo apenas a linha de roupas acessível.
  • A suspensão, solicitada por meio de procedimento judicial acelerado, pode vigorar nas próximas semanas, dependendo da avaliação de conformidade com a legislação da União Europeia.
  • O tribunal avaliará se a suspensão é justificada sob o Artigo 6.3 da lei de economia digital, que permite medidas para prevenir danos online, e se está alinhada à normativa europeia.
  • Segundo o Ministério das Finanças francês, a Shein tem condições técnicas para realizar verificações, mas não as realiza, conforme alegado; a resposta da empresa não foi fornecida de imediato.

O governo francês pediu a um juiz de Paris, nesta terça-feira, que determine a suspensão da plataforma da Shein na França por três meses. A medida surge após a identificação de bonecas sexuais infantis e armas proibidas à venda no site, com a empresa já tendo desativado o marketplace local desde 5 de novembro.

A audiência está marcada para quarta-feira, 26, e contará com a participação da Infinite Styles Services Co Ltd, empresa sediada em Dublin que opera os negócios da Shein na Europa. A decisão final deve seguir nas próximas semanas, dependendo da avaliação de conformidade com a lei da União Europeia.

A ação utiliza o Artigo 6.3 da lei de economia digital, que permite ao judiciário agir para prevenir danos online. Segundo o governo, a Shein possui meios técnicos e financeiros para implementar verificações, mas não as aplica aos itens vendidos por terceiros no seu marketplace. A decisão não é esperada na mesma sessão. A Shein não respondeu a pedidos de comentário.

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