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Déficit primário de 2025 cai para R$ 68,211 bi no Prisma Fiscal

Déficit primário central cai para R$ 68,211 bilhões em 2025 e fica em R$ 72,100 bilhões em 2026; DBGG/PIB em 79,49% e 83,70%, com impasses sobre arrecadação e MP 1.303

O Prisma Fiscal da SPE aponta redução nas estimativas de déficit primário para 2025 e 2026. Governo busca arrecadação e enfrenta desafios orçamentários - Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil
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  • A mediana do Prisma Fiscal para o déficit primário do governo central em 2025 caiu para R$ 68,211 bilhões; para 2026, ficou em R$ 72,100 bilhões.
  • A DBGG (Dívida Bruta do Governo Geral) em relação ao PIB ficou em 79,49% para 2025 e 83,70% para 2026.
  • A meta fiscal continua: déficit zero para 2025 com tolerância de 0,25 ponto percentual do PIB; em 2026, alvo de superávit primário de 0,25% do PIB com mesma tolerância.
  • O governo segue dialogues com o Congresso para obter arrecadação necessária após a derrubada da Medida Provisória 1.303.
  • Estimativas de receita e despesas: arrecadação federal para 2025 passou a R$ 2,896 trilhões; para 2026, permanece em R$ 3,085 trilhões; a despesa total projetada também sofreu ajustes.

A mediana do Prisma Fiscal, que estima o déficit primário do governo central em 2025, caiu de 70,65 bilhões de reais, em novembro, para 68,211 bilhões em dezembro. A projeção para 2026 recuou de 75,447 bilhões para 72,100 bilhões.

O desempenho fiscal de 2025 aponta déficit de 68,211 bilhões, segundo a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda. A meta é déficit zero com tolerância de 0,25 ponto do PIB. O novo recorte evita números anteriores.

Para 2026, a SPE mantém a meta de superávit primário de 0,25% do PIB, com mesma margem de tolerância. A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) em relação ao PIB foi revisada a 79,49% em 2025 e 83,70% em 2026, conforme o Prisma Fiscal.

A SPE também revisou as estimativas de receita e despesa. A arrecadação prevista para 2025 subiu para 2,896 trilhões de reais; a Receita Corrente Líquida, para 2,337 trilhões. Despesas totais projetadas em 2025 ficaram em 2,398 trilhões e, em 2026, em 2,585 trilhões.

Os economistas consultados permanecem em negociação com o Congresso para definir arrecadação necessária após a derrubada da MP 1.303, que tratava de alternativas ao aumento do IOF. Data de divulgação: 12 de dezembro, com fechamento de dados no 5º dia útil.

Fonte: Agência Estadão, com informações de Mateus Maia.

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