- O conselho da Vivara elegeu Thiago Lima Borges como novo CEO na quinta-feira, 11, substituindo Icaro Borrello, em sua passagem de pouco mais de um ano à frente da empresa.
- Borges tem mais de vinte anos de experiência executiva, já atuou como CFO e diretor de relações com investidores do Grupo Smart Fit, passando por Arezzo&Co e Braskem, com MBA pela Stanford University.
- Cassiano Lemos da Cunha foi nomeado diretor de operações, ocupando o posto antes ocupado por Bruno Kruel Denardin.
- As mudanças fizeram as ações da Vivara subirem, com o papel entre as maiores altas do Ibovespa, em torno de duas por cento, aos redor das 10h25.
- Analistas do Bradesco BBI/Ágora Investimentos considerados a nomeação positiva para o setor, mantendo recomendação neutra e preço-alvo de R$ 36, monitorando avanços na execução e na estabilidade da gestão.
O conselho de administração da Vivara escolheu Thiago Lima Borges como novo CEO. Ele substitui Icaro Borrello, que ficou pouco mais de um ano no cargo. Esta é a quinta troca de liderança da empresa em menos de dois anos.
Cassiano Lemos da Cunha foi anunciado como diretor de operações, tomando o lugar de Bruno Kruel Denardin. A dupla de mudanças ocorreu na quinta-feira, dia 11, conforme divulgado pela companhia.
As decisões elevaram o interesse do mercado, com alta de mais de 2% das ações da Vivara. Analistas destacaram o histórico de Borges no setor de varejo e gestão, estimulando perspectivas positivas no curto prazo.
Novas lideranças e impactos no mercado
Borges acumula experiência como CFO e diretor de relações com investidores do Grupo Smart Fit, além de passagens por Arezzo&Co e Braskem. Formado em Administração pela UFBA, possui MBA pela Stanford.
Lemos da Cunha, por sua vez, tem trajetória associada à área operacional, com foco em melhoria de eficiência. A gestão anterior, com várias mudanças rápidas, era tema de análises de mercado nas últimas semanas.
Analistas do Bradesco BBI/Ágora investimentos avaliaram a nomeação como positiva, ressaltando o ajuste estratégico. A recomendação manteve neutra com preço-alvo de R$ 36, aguardando sinais de execução.
Por volta de 10h25, as ações operavam em alta de 2,37%, a R$ 35,01, entre as maiores altas do Ibovespa, que apresentava ganho limitado. A leitura considera o contexto de reorganização societária.
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