- O orçamento do subsídio para baterias residenciais foi triplicado de 2,3 bilhões para 7,2 bilhões de dólares em quatro anos.
- Mantém-se a elegibilidade de 50 kWh, mas o desconto por kWh é reduzido para baterias médias e grandes, com escalonamento a partir de 1º de maio.
- A partir de 1º de maio, sistemas de até 14 kWh receberão o desconto completo de 30% por kWh; descontos diminuem para kits médios e grandes acima de 28 kWh.
- A mudança busca incentivar baterias do tamanho adequado e manter o programa acessível a mais famílias e pequenos negócios.
- Líderes do setor acolhem as alterações e apontam maior previsibilidade para estoque, treinamento e contratação, com estimativas de economia de 600 a 900 dólares por ano em energia.
O governo australiano ampliou o subsídio para baterias residenciais, mantendo o benefício de 30% para sistemas até 14 kWh a partir de 1º de maio, e reduzindo o desconto por kWh em baterias maiores. O orçamento total passou de 2,3 bilhões para 7,2 bilhões de dólares em quatro anos.
A medida, anunciada pelo ministro de Energia, Chris Bowen, mantém a elegibilidade da primeira faixa de 50 kWh de cada sistema, mas define cortes progressivos para baterias de médio e grande porte. A ampliação do teto visa ampliar o alcance do programa sem comprometer a estabilidade financeira.
A mudança visa incentivar o uso de baterias de tamanho adequado, mantendo o subsídio para famílias que instalem sistemas com até 14 kWh com desconto total de 30% por kWh. O abatimento para unidades maiores começa a reduzir gradualmente a partir de 28 kWh.
Entidades do setor reagiram positivamente à ampliação do orçamento. A Nepean Solar destacou a previsibilidade do estoque e a capacidade de planejar contratações, enquanto a Smart Energy Council apoiou a ampliação para ampliar o acesso. Estimativas indicam economia anual de 600 a 900 dólares por residência, com base em dados da Comissão do Mercado de Energia da Austrália.
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