- Um funcionário da Enel foi preso em flagrante na quinta-feira (11) por cobrar R$ 2.500 para restabelecer o fornecimento de energia de estabelecimentos na Vila Mariana, zona sul de São Paulo.
- A vítima identificada foi Rodrigo Reed Rocha e o suspeito, Alex Rodrigues Nogueira; o restaurante Rancho da Empada estava sem energia desde quarta-feira (10).
- O funcionário teria religado a energia em apenas 15 segundos após o comerciante concordar com o valor, com cobranças feitas por mensagens de texto e áudio.
- Vídeos e áudios anexados ao inquérito mostram a prática; a prisão ocorreu diante de testemunhas, incluindo o subprefeito da Vila Mariana.
- A polícia investiga corrupção passiva; a prisão em flagrante foi ratificada e o caso tramita no 16º Distrito Policial, sem fiança.
Vila Mariana, Sul de São Paulo, teve energia restabelecida para estabelecimentos após atraso e cobrança irregular. Um funcionário da Enel foi preso em flagrante na tarde da última quinta-feira (11) por cobrar 2.500 reais para religar o fornecimento, segundo a Polícia Civil.
A vítima identificada é Rodrigo Reed Rocha; o suspeito é Alex Rodrigues Nogueira. O restaurante Rancho da Empada ficou sem luz desde quarta (10). O serviço foi concluído em apenas 15 segundos, após o acordo de pagamento. Nas mensagens, o técnico exige a transferência antes de iniciar o religamento.
A prisão foi registrada com apoio de vídeos que registraram a ação. O material também mostra a cobrança ocorrendo por meio de mensagens de texto e áudio. O caso tramita no 16º DP, sem fiança, conforme a autoridade policial.
Provas e posicionamentos oficiais
A Enel afirmou que exigir pagamento para reparos contraria suas regras de conduta e orientou clientes a usarem os canais oficiais de atendimento para dúvidas. A Secretaria de Segurança Pública confirmou a investigação por corrupção passiva e informou que o acusado permanece sob custódia durante as investigações.
A apuração inclui áudios, vídeos e demais provas anexadas ao inquérito. A polícia não comentou prazos, apenas indicou que o crime envolve vantagem indevida para favorecer o restabelecimento do serviço de energia. O caso segue em análise pelo 16º DP.
Entre na conversa da comunidade