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Apollo aposta contra fabricantes de software vulneráveis à IA, diz FT

Apollo Global planeja reduzir a exposição a software em fundos de crédito para menos de dez por cento dos ativos líquidos, com apostas contra software encerradas

Apollo fez apostas contra fabricantes de software vulneráveis à IA, segundo o FT | A Apollo Global Management tem se tornado mais cautelosa com empresas potencialmente mais vulneráveis aos impactos da IA, segundo o Financial Times (Paul Yeung)
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  • A Apollo Global Management fez apostas contra empréstimos de fabricantes de software, indicando pessimismo com empresas de tecnologia frente ao avanço da inteligência artificial.
  • No início deste ano, a empresa vendeu empréstimos de Internet Brands, SonicWall e Perforce, ligadas a private equity como KKR, Francisco Partners e Clearlake.
  • As apostas contra esses empréstimos totalizaram menos de 1% dos US$ 700 bilhões em ativos de crédito e permaneceram ativas por grande parte do ano, sendo encerradas depois.
  • O CEO Marc Rowan afirmou em conferência que o objetivo é reduzir a exposição total a software em fundos de crédito para menos de 10% dos ativos líquidos.
  • As informações foram reportadas pelo Financial Times, citando pessoas com conhecimento do assunto; a Apollo e as empresas envolvidas não comentaram.

A Apollo Global Management planeja reduzir a exposição total a software em seus fundos de crédito para menos de 10% dos ativos líquidos, segundo o Financial Times. A meta foi anunciada pelo CEO Marc Rowan durante uma conferência nesta semana.

Dados apontam que as apostas contra empréstimos de fabricantes de software foram inferiores a 1% dos US$ 700 bilhões em ativos de crédito da empresa e permaneceram ativas durante grande parte do ano, encerrando-se posteriormente, conforme fontes citadas pelo FT.

A Apollo já havia reduzido sua exposição no setor ao vender empréstimos de empresas de software como Internet Brands, SonicWall e Perforce, que são associadas a private equity como KKR, Francisco Partners e Clearlake, de acordo com o jornal.

Marc Rowan afirmou aos investidores que o objetivo é diminuir a participação de software nos fundos de crédito para abaixo de 10% dos ativos líquidos em breve, após iniciar o ano com índices próximos a 20%, conforme o FT. As partes envolvidas não comentaram ao jornal.

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