- Em 2025, o total de fortunas de bilionários foi de US$ 18,7 trilhões, com mais de 660 bilionários ou ex-bilionários em queda e 85 saindo da lista.
- Nicolas Puech foi removido da lista após alegação de venda de ações por parte de um consultor falecido, possibilidade negada por Bernard Arnault e pela LVMH.
- Entre os maiores recuos, estão Michael Saylor (-US$ 2,4 bilhões) e os irmãos Scott Farquhar (-US$ 3,6 bilhões) e Mike Cannon-Brookes (-US$ 3,7 bilhões).
- Os setores mais afetados foram software, criptomoedas, varejo de móveis de alto padrão e imóveis, com os Estados Unidos liderando as quedas.
- As quedas ocorreram em 51 países, com EUA, Índia e China entre os mais impactados, respectivamente com 186, 109 e 91 quedas.
Em 2025 os bilionários enfrentaram um ano desafiador, com mais de 660 perdendo dinheiro ou deixando de ser bilionários. O cenário foi impactado por tarifas, inflação, juros elevados e avanços da IA, afetando especialmente manufatura, tecnologia e varejo.
Nicolas Puech, herdeiro da Hermès, teve sua posição removida pela Forbes após alegação de venda de ações por um consultor falecido. A Forbes negou a acusação apresentada por Puech, Bernard Arnault e a LVMH. A retirada ocorreu com o patrimônio estimado em US$ 14,8 bilhões ao fim de 2024.
Além disso, quedas expressivas atingiram nomes de peso: Michael Saylor caiu US$ 2,4 bilhões e Scott Farquhar, Mike Cannon-Brookes perderam US$ 3,6 bilhões e US$ 3,7 bilhões, respectivamente. O recuo refletiu perdas nos setores de software, criptomoedas, varejo de móveis de alto padrão e imóveis.
Situação da lista e tendências centrais
A indústria de manufatura liderou as perdas com 101 nomes, seguida por tecnologia (89) e moda/varejo (77). Os EUA tiveram o maior número de ajustes, seguidos por Índia e China, refletindo a distribuição global dos bilionários. No agregado, o grupo permaneceu robusto, mas com impactos setoriais relevantes.
Perfis de alguns dos maiores perdedores
Gary Friedman, da Restoration Hardware, viu a fortuna recuar para cerca de US$ 850 milhões após uma queda de 55% nas ações, em parte provocada por tarifas anunciadas pelo governo. Outros casos destacaram desvalorizações em empresas de software e investimentos, bem como em criptomoedas.
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