- Todas as 124 franquias das quatro principais ligas norte-americanas valem ao menos US$ 1,05 bilhão, somando US$ 536 bilhões; a média por esporte passa de US$ 2,2 bilhões, com NFL em torno de US$ 7,1 bilhões.
- O Dallas Cowboys é o principal exemplo de valorização absoluta, saindo de US$ 713 milhões em 2000 para US$ 13 bilhões em 2025, aumento de US$ 12,3 bilhões.
- Outros grandes saltos incluem Golden State Warriors (US$ 10,8 bilhões) e Los Angeles Rams (US$ 10,1 bilhões); 18 dos 25 primeiros são da NFL.
- Pela valorização percentual, os Warriors lideram com 6.448% de crescimento, seguidos por Clippers, Oilers, Raptors e Bucks; a NBA domina com 18 das 25 posições.
- O desempenho reflete maior geração de caixa e elevação dos múltiplos de receita, com a NFL recebendo grande parte da renda por meio de contratos centrais, e a média de avaliação subindo de 2,9x para 10x a partir de 2000.
O ranking da Forbes mostra a evolução das franquias das quatro maiores ligas norte-americanas desde 2000. Ao todo, 124 equipes valem hoje pelo menos US$ 1,05 bilhão, somando US$ 536 bilhões. A valorização média por esporte supera US$ 2,2 bilhões, com a NFL liderando os valores máximos.
Entre as mudanças mais expressivas, o Dallas Cowboys se destacou. Em 2000, valiam US$ 713 milhões; em 2025, chegam a US$ 13 bilhões, um ganho de US$ 12,3 bilhões. A certeza é de que o crescimento é impulsionado tanto pela inflação quanto por ganhos reais de caixa.
A lista também revela a explosão de times da NBA, que domina as primeiras posições em variação absoluta. O Golden State Warriors impulsionou a valorização, seguido de perto pelo Los Angeles Rams e pelo New York Giants. De modo geral, oito equipes da NFL integram o top 25, com presença relevante de clubes da MLB e da NBA.
Valorização absoluta e percentuais
Pelo critério de variação absoluta, Cowboys lideram, seguidos por Warriors e Rams. O ranking mostra igualmente grandes saltos da NBA, com 18 das 25 maiores valorizações pertencentes a clubes de quadra. Em termos percentuais, a NBA registra as maiores altas, refletindo fortes pacotes de mídia e receitas centrais.
Motivos do ganho de valor
A Forbes aponta que a expansão de receitas, especialmente por acordos de mídia nacionais, é a principal alavanca. Na NFL, as distribuições garantidas chegam a US$ 443 milhões por time na última temporada, quase dois terços da receita total. Isso aumenta a lucratividade estável mesmo com variações de público.
Perspectivas por liga
Na NBA, acordos de TV e rádio e patrocínios locais aumentaram a renda das franquias, com impactos também nos setores de assentos premium e patrocínio. A valorização não é apenas pela receita atual, mas pelo aumento de múltiplos, que saltou de 2,9 para 10 vezes a receita nos 25 anos analisados.
Exemplos de casos emblemáticos
woody Johnson, dono dos Jets, pagou US$ 635 milhões em 2000; hoje a franquia vale US$ 8,1 bilhões. Stan Kroenke ampliou seu império com Rams, Arsenal e outros clubes; hoje, as equipes de seu portfólio, sem imóveis, somam quase US$ 6 bilhões.
Considerações finais
A apuração reforça que investidores entenderam o potencial de retorno de franquias esportivas. O perfil de financiamento com receitas centralizadas, especialmente na NFL, tornou o modelo lucrativo de forma estável ao longo de 25 anos. Os números refletem, acima de tudo, decisões estratégicas de gestão e marketing.
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