- Peter Schiff criticou a estratégia da microempresa Strategy (MSTR) com forte exposição a Bitcoin, dizendo que, se estivesse no S&P 500, queda de 47,5% em 2025 a colocaria entre as piores do ano.
- Em 2025, as ações da Strategy fecharam o ano com queda de aproximadamente 49,35%, sendo a pior performance no Nasdaq-100, com Bitcoin como principal motor de valor.
- A empresa ainda mantinha 672.497 BTC, adquiridos a cerca de US$ 75 mil por moeda; com o preço atual de aproximadamente US$ 87,8 mil, há ganho não realizado de cerca de 17%.
- Em 29 de dezembro, a Strategy anunciou nova compra de 1.229 BTC, financiada com recursos de uma oferta pública de ações em andamento, avaliando o rendimento do Bitcoin em 2025 em 23,2%.
- Questiona-se se o Bitcoin por si só impede a entrada no S&P 500, já que o comitê avalia sustentabilidade, volatilidade e fundamentos operacionais; a estrutura da empresa ao redor do ativo é ponto central na discussão.
Peter Schiff volta a criticar a abordagem corporativa fortemente baseada em Bitcoin da Strategy, questionando se, integrada ao S&P 500, a performance da empresa a tiraria da lista. Ele argumenta que a queda de 47,5% em 2025 sinalizaria um desempenho fraco dentro do índice.
Em 2025, a Strategy fechou o ano com queda de aproximadamente 49,35%, pior desempenho no Nasdaq-100. A empresa mantinha 672.497 BTC, comprados a cerca de US$ 75 mil por moeda. O preço atual fica próximo de US$ 87,8 mil, com ganho não realizado de cerca de 17%.
No último dia de 2025, foi anunciada a compra de 1.229 BTC, financiada com recursos de uma oferta pública contínua. A empresa informou rendimento em Bitcoin de 23,2% no ano. O patrimônio em BTC segue aumentando, mesmo com a queda expressiva das ações.
Desempenho e elegibilidade para o S&P 500
Bitcoin em si não desqualifica a Strategy do S&P 500, mas a forma de estrutura da empresa é ponto central da avaliação. A composição final depende de um comitê que prioriza negócios operacionais sobre veículos de investimento.
A Strategy atinge, no fim de 2025, critérios quantitativos como capitalização de mercado e lucratividade, após reportar ganhos relevantes com valorização de BTC. Ainda assim, o comitê pode considerar fatores de sustentabilidade e modelo de negócios antes da decisão.
Analistas observam que a empresa passa a funcionar mais como um proxy de Bitcoin, o que pode dificultar a inclusão frente a regras que favorecem empresas com fontes de receita diversas. A decisão final não é automática.
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