- O presidente dos EUA adiou por um ano a cobrança das tarifas mais altas sobre móveis importados para 1º de janeiro de 2027, mantendo o objetivo de permitir negociações sobre madeira.
- As tarifas previstas eram de 30% para alguns móveis estofados e 50% para armários de cozinha e penteadeiras.
- O adiamento foi anunciado pela Casa Branca pouco antes da entrada em vigor da medida, devido a negociações em curso com outros países.
- Em outubro de 2025 já havia entrado em vigor uma tarifa de 10% sobre madeira importada e de 25% sobre certos móveis estofados e armários.
- A Suprema Corte avalia a legalidade das tarifas adotadas, sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional.
De forma efetiva, o presidente dos EUA deixou para 2027 a aplicação de tarifas elevadas sobre móveis importados. As medidas previstas eram de 30% para móveis estofados e 50% para armários de cozinha e penteadeiras, com entrada em vigor originalmente marcada para este mês.
A decisão foi anunciada pela Casa Branca na noite de quarta-feira, em meio a negociações sobre a importação de madeira. O adiamento ocorre para permitir que as conversas com outros países prossigam sem ampliar o custo de vida das famílias americanas.
Contexto e impacto
As tarifas já haviam sido anunciadas em 2025, incluindo 10% sobre madeira importada e 25% sobre alguns móveis estofados e armários. Tais medidas visavam fortalecer indústrias nacionais e manter a segurança nacional, segundo o governo. A Suprema Corte avalia a legalidade dessas tarifas sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional.
Entre na conversa da comunidade