- Brasil termina esta quarta-feira com a segunda maior taxa real de juros do mundo, segundo monitoramento das consultorias MoneYou e Lev Intelligence.
- A Selic permanece em quinze por cento ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária do banco central.
- O índice real fica em nove coma de vinte e três por cento, atrás apenas da Rússia, com nove coma oitenta e oito por cento.
- No top cinco, aparecem Argentina (sete coma sessenta e três por cento), Turquia (seis coma quarenta e cinco por cento) e México (cinco coma treze por cento).
- É o quinto encontro consecutivo do Copom mantendo a Selic em quinze por cento ao ano, no primeiro mandato do presidente Lula.
O Brasil encerra esta quarta-feira com a segunda maior taxa real de juros do mundo, mesmo com a Selic mantida em 15% ao ano. A decisão saiu do Copom, em reunião liderada pelo presidente do BC, Gabriel Galípolo.
A taxa real leva em conta a Selic a mercado e a inflação prevista para os próximos 12 meses. Com Selic em 15%, o indicador fica em 9,23%.
Segundo monitoramento das consultorias MoneYou e Lev Intelligence, a Rússia tem a maior taxa real, em 9,88%. A Argentina registra 7,63%, a Turquia 6,45% e o México 5,39%. O Japão apresenta -1,18%.
A manutenção da Selic em 15% ao ano marca o quinto encontro consecutivo com esse patamar. O movimento ocorre no contexto do primeiro mandato do presidente Lula, PT.
A notícia confirma que, apesar de a instituição avaliar cenários, a probabilidade de corte expressivo continua baixa neste momento. O objetivo é reduzir pressões inflacionárias enquanto a atividade econômica se ajusta.
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