- Copom e Fomc devem manter as taxas na reunião de hoje, 28 de janeiro: Selic em 15% ao ano e Fed Funds entre 3,50% e 3,75% ao ano.
- A probabilidade de manutenção subiu para 97,2% nos EUA e fica em 81% no Brasil, indicando pausa no ciclo de aperto monetário.
- No Brasil, inflação estável, mas perto ou acima da meta; desinflação é lenta e concentra-se em serviços e itens ligados à atividade.
- Nos EUA, inflação perdeu o ritmo forte, mas continua acima da meta; núcleo e mercado de trabalho seguem resilientes, mantendo política restritiva.
- O mercado foca sinalizações para março e abril, buscando pistas sobre quando começariam os cortes e o ritmo do ajuste, além das comunicações e do balanço de riscos.
O pregão desta quarta-feira, 28 de janeiro, começa com a expectativa de que as reuniões do Copom e do Fomc encerrem sem surpresas relevantes. O mercado projeta manutenção das taxas básicas de juros. Selic em 15% ao ano, Fed Funds entre 3,50% e 3,75%.
No cenário americano, a probabilidade de pausa aumentou. Dados recentes indicam inflação sob controle, mas ainda acima da meta. A leitura de que o ciclo de aperto monetário pode se estender sem cortes imediatos sustenta o foco em sinais futuros.
No Brasil, as opções de Copom na B3 apontam 81% de chance de manutenção da Selic. O BC mantém cautela ao observar inflação, expectativas e atividade antes de flexibilizar. No exterior, a inflação e o mercado de trabalho seguem influenciando a comunicação monetária.
Nos dois países, a atenção não está apenas na decisão, mas nas comunicações e no tom das sinalizações para as próximas reuniões. O mercado analisa como será o ritmo de cortes e o balanço de riscos.
Perspectivas
Mercados devem permanecer atentos ao resultado do FOMC e ao comunicado do Copom. A leitura de futuras curvas de juros é o principal driver neste momento.
Indicadores
- Brasil: Comunicado do Copom, Decisão da Selic
- Estados Unidos: Decisão dos Fed Funds, Comunicado do Fomc, Entrevista coletiva de Jerome Powell
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