- A Snap transformará a equipe de óculos inteligentes em uma empresa própria, a Specs Inc., subsidiária integral para o projeto de AR.
- A Specs funcionará como uma unidade distinta dentro da Snap, buscando maior foco operacional, novas parcerias e flexibilidade de capital.
- A empresa já confirma a previsão de lançar o primeiro par de Specs em 2026, mas sem data ou preço específicos; o preço deverá ser menor que o do Vision Pro, de $3.499.
- A Snap destaca que Specs terá um sistema de IA inédito que entende o usuário e o ambiente, ajudando em tarefas com foco na privacidade.
- A separação visa dissociar hardware de serviços como o Snapchat, após críticas sobre segurança de menores e uso da plataforma.
Snap transforma a equipe de óculos inteligentes em empresa própria
A Snap anunciou a criação de uma nova empresa para seus óculos de realidade aumentada Specs. A nova companhia, batizada Specs, será uma subsidiária integral da Snap, com operação independente até o lançamento público previsto ainda neste ano.
A estratégia visa atrair novos investidores para o projeto, permitindo maior foco operacional, novas parcerias, flexibilidade de capital e potencial participação minoritária. A Snap busca também posicionar a marca Specs como entidade separada.
Specs terá foco exclusivo no desenvolvimento dos óculos AR, mantendo a origem na Snap. A decisão aparece como parte de um esforço para amadurecer a base tecnológica fora da operação principal de redes sociais.
Novo passo para Specs
O anúncio reitera planos já divulgados de lançar a primeira geração deSpecs ao consumidor em 2026, sem data ou preço definidos. A Snap deixou claro que pretende um preço abaixo do Vision Pro, da Apple, estimando ser mais acessível.
A empresa também citou um “paradigma de computação” distinto para Specs, com um sistema de inteligência que entende o usuário e o ambiente, priorizando privacidade. A abordagem é apresentada como AI-first.
A medida pode ser interpretada como forma de separar hardware de Snapchat, alvo de críticas quanto segurança infantil e dependência das redes sociais. A estratégia busca reduzir riscos regulatórios e de imagem associados à plataforma principal.
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