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BMG negocia compra da Concord, unindo Kylie Minogue e Miles Davis

Gravadora alemã BMG negocia compra da Concord por até US$ 7 bilhões, unindo duas das maiores independentes e ampliando catálogo com artistas como Miles Davis e Kylie Minogue

Kylie Minogue, uma das artistas da BMG: o potencial negócio é um sinal do crescente poder das gravadoras de médio porte. (Foto: Theo Wargo/Getty Images)
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  • A gravadora alemã BMG Rights Management está em conversas para comprar a Concord, em uma operação que pode avaliar a empresa em até US$ 7 bilhões.
  • A negociação pode envolver pagamento em dinheiro e ações, e ainda não há garantia de acordo entre as partes.
  • A fusão uniria duas das maiores gravadoras independentes do mundo, com catálogos de artistas como Kylie Minogue, Miles Davis, Mötley Crüe e Killer Mike.
  • A Concord também possui repertório da Broadway, incluindo canções de Hamilton, O Fantasma da Ópera e O Mágico de Oz.
  • Se avançar, Bob Valentine, CEO da Concord, lideraria a BMG; Thomas Coesfeld, atual CEO da BMG Rights, deve assumir a liderança da Bertelsmann em janeiro de 2027.

A gravadora alemã BMG Rights Management está em conversas para comprar a Concord, em uma operação que pode valorizar a empresa norte-americana em até US$ 7 bilhões. A informação foi veiculada pela Bloomberg News, citando pessoas familiarizadas com o assunto. A transação uniria duas das maiores gravadoras independentes do mundo.

A proposta pode ocorrer em dinheiro e ações, e as negociações ainda não estão concluídas. Caso avance, a combinação reuniria catálogos de artistas como Kylie Minogue, Miles Davis, Mötley Crüe e Killer Mike, além de títulos da Broadway, incluindo Hamilton, O Fantasma da Ópera e O Mágico de Oz. A Concord tem como acionista majoritário o Sistema de Aposentadoria do Estado de Michigan.

Potencial acordo e liderança

Bob Valentine, atual CEO da Concord, seria o provável líder da BMG Rights Management se o negócio for fechado, segundo as fontes. Thomas Coesfeld, CEO atual da BMG Rights, está previsto para assumir a liderança da Bertelsmann em janeiro de 2027. Nos primeiros seis meses de 2025, a BMG registrou queda de 7,8% na receita em relação ao mesmo período do ano anterior.

A região de catálogos segue como alvo estratégico para a BMG, que já intensificou aquisições. Entre os negócios recentes, a comprada de parte do catálogo de Jason Aldean ficou avaliada em cerca de US$ 250 milhões. Investidores veem no setor de música de média porte uma oportunidade de crescimento sustentado por streaming.

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