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Índia assina acordo comercial com EUA em março, diz ministro

Índia deve assinar acordo comercial com os EUA em março; tarifas passam a 18%, com compras de energia, aeronaves e chips estimadas em US$ 500 bilhões nos próximos cinco anos

A general view of the Deendayal Port in Kandla, in the western state of Gujarat, India, September 25, 2024. REUTERS/Amit Dave
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  • Índia e os Estados Unidos devem assinar acordo comercial formal em março, afirmou o ministro do Comércio, Piyush Goyal.
  • Uma declaração conjunta será divulgada em quatro ou cinco dias, o que levará Washington a reduzir tarifas sobre as exportações indianas de 50% para 18%.
  • O anúncio marca a primeira linha do cronograma oficial desde a divulgação do acordo nesta semana.
  • A Índia pretende importar pelo menos $500 bilhões em energia, aeronaves e chips dos Estados Unidos nos próximos cinco anos.
  • Pedidos de empresas como a Boeing podem chegar a $70 bilhões a $80 bilhões; se incluírem motores, podem ultrapassar $100 bilhões.

India e os Estados Unidos devem assinar um acordo comercial formal em março, segundo o ministro do Comércio, Piyush Goyal. O objetivo é reduzir tarifas sobre bens americanos após a assinatura, tornando o acordo um passo crucial nas relações comerciais bilaterais.

Goyal afirmou que uma declaração conjunta deverá sair em quatro ou cinco dias, o que levaria Washington a reduzir as tarifas sobre as exportações indianas para 18% de 50%. A informação marca a primeira linha do cronograma oficial desde a sua divulgação na segunda-feira.

Cronograma e impactos

O ministro indicou que a Índia deverá importar, nos próximos cinco anos, pelo menos 500 bilhões de dólares em energia, aeronaves e chips dos EUA, entre outros itens. Pedidos de empresas como a Boeing podem chegar a 70 a 80 bilhões de dólares, conforme a previsão de Goyal; com a adição de motores, o total poderia ultrapassar 100 bilhões.

Contexto e próximos passos

A divulgação de planos de cooperação aponta para intensificação do comércio bilateral, com foco em redução de barreiras e maior integração de cadeias produtivas. As informações oficiais foram repassadas pela agência de notícias com base em declarações do ministro e não incluem comentários adicionais de autoridades americanas.

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