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Cinco tecnologias que podem fortalecer ou desafiar o varejo em 2026

Fraudes ocorrem a cada dois minutos em 2025; inovações elevam conversões, mas ampliam superfícies de ataque no varejo em 2026

O caminho para medir o retorno financeiro da IA nas empresas Inteligência artificial define cinco tendências do varejo em 2026
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  • Em 2025, o varejo teve uma tentativa de fraude a cada dois minutos, registro 4,1% superior ao ano anterior, segundo a Serasa Experian.
  • Criptografia pós-quântica surge para proteger pagamentos, dados de clientes e propriedade intelectual diante do avanço da computação quântica, com necessidade de migração para evitar vulnerabilidades futuras.
  • Biometria invisível integra autenticação ao checkout, reduzindo abandono de carrinho em até 20%, mas dados biométricos exigem proteção rigorosa, pois não podem ser alterados em caso de vazamento.
  • IA generativa amplia golpes com deepfakes e phishing de alto realismo; a Deloitte estima fraudes envolvendo IA até US$ 40 bilhões globalmente até 2027, impulsionando investimentos em detecção e monitoramento.
  • Agentes autônomos e comércio automatizado aumentam personalização e eficiência, porém Shadow AI pode abrir brechas; identity fabric com zero trust centraliza autenticação, exigindo governança rígida para evitar impactos amplos se houver falhas.

O varejo brasileiro encara 2026 com inovação e risco em equilíbrio. Dados de 2025 mostram alta de fraudes, com uma tentativa a cada dois minutos. O setor busca acelerar vendas mantendo proteção de dados.

Segundo a Serasa Experian, as tentativas de fraude cresceram 4,1% frente a 2024. Plataformas digitais elevam conversões, mas ampliam superfícies de ataque, reforçando a necessidade de soluções eficientes de cibersegurança.

Fernando Dulinski, CEO da Cyber Economy Brasil, destaca a relação entre retorno e proteção. O varejo investe para vender mais, enquanto cibercrimes utilizam recursos avançados para aumentar o alcance dos ataques. A tendência aponta para 5 tecnologias-chave em 2026.

Criptografia pós-quântica

O avanço da computação quântica eleva a necessidade de proteção de pagamentos, dados de clientes e propriedade intelectual. Embora quânticos de larga escala ainda estejam em desenvolvimento, a migração para padrões pós-quânticos pode evitar vulnerabilidades futuras.

Biometria invisível

A biometria evoluiu para autenticação integrada ao checkout, com validação durante a navegação sem interrupções. A redução de fricção pode diminuir abandono de carrinho, estimada em até 20%, segundo a Serasa. Dados biométricos exigem proteção rígida.

IA generativa e fraudes digitais

IA generativa já é usada em golpes com deepfakes e phishing realista. A Deloitte projeta fraudes envolvendo IA em até US$ 40 bilhões globalmente até 2027. O varejo precisa de ferramentas de detecção e monitoramento comportamental.

Agentes autônomos e comércio automatizado

Chatbots evoluíram para agentes autônomos que negociam preços e finalizam compras, aumentando personalização e reduzindo custos. Entretanto, o uso de Shadow AI pode gerar brechas de segurança em precificação e estoque.

Identity fabric e zero trust

Empresas adotam malhas de identidade que integram usuários, dispositivos e sistemas. A centralização reduz custos e melhora governança, mas exige modelo de Zero Trust robusto. Se comprometida, a infraestrutura pode sofrer impactos amplos.

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