- Em 2025, o varejo teve uma tentativa de fraude a cada dois minutos, registro 4,1% superior ao ano anterior, segundo a Serasa Experian.
- Criptografia pós-quântica surge para proteger pagamentos, dados de clientes e propriedade intelectual diante do avanço da computação quântica, com necessidade de migração para evitar vulnerabilidades futuras.
- Biometria invisível integra autenticação ao checkout, reduzindo abandono de carrinho em até 20%, mas dados biométricos exigem proteção rigorosa, pois não podem ser alterados em caso de vazamento.
- IA generativa amplia golpes com deepfakes e phishing de alto realismo; a Deloitte estima fraudes envolvendo IA até US$ 40 bilhões globalmente até 2027, impulsionando investimentos em detecção e monitoramento.
- Agentes autônomos e comércio automatizado aumentam personalização e eficiência, porém Shadow AI pode abrir brechas; identity fabric com zero trust centraliza autenticação, exigindo governança rígida para evitar impactos amplos se houver falhas.
O varejo brasileiro encara 2026 com inovação e risco em equilíbrio. Dados de 2025 mostram alta de fraudes, com uma tentativa a cada dois minutos. O setor busca acelerar vendas mantendo proteção de dados.
Segundo a Serasa Experian, as tentativas de fraude cresceram 4,1% frente a 2024. Plataformas digitais elevam conversões, mas ampliam superfícies de ataque, reforçando a necessidade de soluções eficientes de cibersegurança.
Fernando Dulinski, CEO da Cyber Economy Brasil, destaca a relação entre retorno e proteção. O varejo investe para vender mais, enquanto cibercrimes utilizam recursos avançados para aumentar o alcance dos ataques. A tendência aponta para 5 tecnologias-chave em 2026.
Criptografia pós-quântica
O avanço da computação quântica eleva a necessidade de proteção de pagamentos, dados de clientes e propriedade intelectual. Embora quânticos de larga escala ainda estejam em desenvolvimento, a migração para padrões pós-quânticos pode evitar vulnerabilidades futuras.
Biometria invisível
A biometria evoluiu para autenticação integrada ao checkout, com validação durante a navegação sem interrupções. A redução de fricção pode diminuir abandono de carrinho, estimada em até 20%, segundo a Serasa. Dados biométricos exigem proteção rígida.
IA generativa e fraudes digitais
IA generativa já é usada em golpes com deepfakes e phishing realista. A Deloitte projeta fraudes envolvendo IA em até US$ 40 bilhões globalmente até 2027. O varejo precisa de ferramentas de detecção e monitoramento comportamental.
Agentes autônomos e comércio automatizado
Chatbots evoluíram para agentes autônomos que negociam preços e finalizam compras, aumentando personalização e reduzindo custos. Entretanto, o uso de Shadow AI pode gerar brechas de segurança em precificação e estoque.
Identity fabric e zero trust
Empresas adotam malhas de identidade que integram usuários, dispositivos e sistemas. A centralização reduz custos e melhora governança, mas exige modelo de Zero Trust robusto. Se comprometida, a infraestrutura pode sofrer impactos amplos.
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