- Meta fechou acordo multianual com a Nvidia para ampliar seus data centers com milhões de CPUs Grace e Vera, além de GPUs Blackwell e Rubin.
- Segundo a Nvidia, trata‑se da primeira implantação em grande escala apenas com a CPU Grace, prometendo ganhos de desempenho por watt.
- O acordo também prevê a adição das CPUs Vera de próxima geração aos data centers da Meta em 2027.
- A Meta trabalha em chips próprios para IA, mas o Financial Times aponta desafios técnicos e atrasos na estratégia de chips.
- O custo do acordo não foi divulgado; estima‑se que os gastos com IA neste ano por Meta, Microsoft, Google e Amazon superem o custo de toda a missão Apollo.
Meta assinou um acordo multianual para ampliar seus data centers com milhões de CPUs Grace e Vera, além de GPUs Blackwell e Rubin, da Nvidia. A operação marca a primeira implantação em grande escala de Grace exclusivamente para a Meta, visando ganhos de desempenho por watt.
A companhia já utiliza hardware da Nvidia em seus produtos de IA. O acordo prevê também a inclusão das CPUs Vera de próxima geração na infraestrutura da Meta a partir de 2027, ampliando a capacidade de processamento de IA da empresa.
A parceria ocorre em meio a desafios internos da Meta para desenvolver chips próprios para rodar modelos de IA, segundo a Financial Times, que aponta entraves técnicos e atrasos no cronograma. A Nvidia, por sua vez, lida com pressões de depreciação de ativos, empréstimos de chips para financiar expansões de IA e competição de mercado.
Não foram divulgados valores do acordo. Em 2025, o ritmo de investimentos em IA por Meta, Microsoft, Google e Amazon supera estimativas associadas a outros programas de grande escala, segundo análises citadas pela imprensa. A Nvidia também enfrenta notícias sobre ações a respeito de arranjos com outras grandes empresas.
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