- O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou Daniel Vorcaro a depor na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado na próxima semana, falando sobre fraudes atribuídas ao banco Master na manhã de terça-feira, 10.
- A Polícia Federal ficará responsável por organizar o deslocamento do investigado ao Senado, com transporte próprio ou comercial, sob escolta policial, dependendo de decisão expressa de Vorcaro sobre o comparecimento.
- A presença de Vorcaro está condicionada à manifestação explícita e inequívoca do investigado quanto ao comparecimento.
- O presidente da CAE, Renan Calheiros, disse que a defesa de Vorcaro confirmou a intenção de depor, e que ele não poderá usar jatinho particular, conforme determinação logístico‑policial.
- Vorcaro é investigado na Operação Compliance Zero, ligada a suposto esquema de fraudes com títulos de crédito falsos pelo Master; o depoimento já foi remarcado e pode ocorrer em Brasília, São Paulo ou por videoconferência.
O ministro André Mendonça, do STF, autorizou Daniel Vorcaro a ir à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado para depor sobre fraudes financeiras atribuídas ao banco Master. A oitiva está marcada para a manhã de terça-feira, dia 10, na CAE, em Brasília. A presença depende de manifestação expressa do investigado.
Segundo despacho, a Polícia Federal ficará responsável por definir as condições logísticas do deslocamento e retorno, com escolta policial. A decisão afirma que Vorcaro não poderá viajar em jatinho particular, a menos que haja autorização específica.
O presidente da CAE, Renan Calheiros, informou que a defesa do banqueiro havia confirmado a intenção de depor. Caso confirme, a oitiva poderá ocorrer na Câmara ou via videoconferência, conforme negociação com o colegiado. O depoimento remaneado ocorreu após consulta aos membros.
Contexto da investigação
Vorcaro é investigado na Operação Compliance Zero, ligada a um suposto esquema de fraudes envolvendo a venda de títulos de crédito falsos pelo Master. Ele não é obrigado a comparecer, pois Mendonça já havia considerado facultativa a ida do banqueiro à CAE e a CPMI.
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