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Renda domiciliar per capita chega a R$ 2.316 em 2025, diz IBGE

Rendimento domiciliar per capita chega a R$ 2.316 em 2025; Distrito Federal lidera com R$ 4.538 e Maranhão registra R$ 1.219

Foto: Marcello Casal / Agência Brasil
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  • Em 2025, o rendimento domiciliar per capita no Brasil ficou em R$ 2.316, frente a R$ 2.069 em 2024.
  • A variação foi de R$ 1.219 no Maranhão a R$ 4.538 no Distrito Federal, com nove estados e o DF acima da média nacional.
  • O Distrito Federal ocupa o topo, seguido por São Paulo (R$ 2.956), Rio Grande do Sul (R$ 2.839), Santa Catarina (R$ 2.809) e Rio de Janeiro (R$ 2.794).
  • Os dados foram divulgados em 27 de sexta-feira pelo IBGE com base na PNAD Contínua.
  • O rendimento é calculado pela razão entre o total de rendimentos brutos (trabalho e outras fontes) e o total de moradores de cada domicílio, incluindo pensionistas e trabalhadores domésticos.

O rendimento domiciliar per capita no Brasil atingiu 2.316 reais em 2025, conforme dados do IBGE. A média nacional, calculada pela PNAD Contínua, mostra alta em relação a 2024 (2.069 reais). O estudo acompanha rendimentos de trabalho e de outras fontes.

Entre as unidades da federação, o Maranhão registrou 1.219 reais, enquanto o Distrito Federal chegou a 4.538 reais. Nove estados, além do DF, ficaram acima da média nacional. A diferença entre estados evidencia regionalidade na distribuição de renda.

Após o DF, os demais estados com maiores rendimentos foram: São Paulo (2.956), Rio Grande do Sul (2.839), Santa Catarina (2.809), Rio de Janeiro (2.794) e Paraná (2.762). Os valores variam conforme composição de renda e povoamento.

Contexto e critérios de cálculo

A PNAD Contínua, divulgada pelo IBGE, utiliza a soma dos rendimentos brutos recebidos no mês de referência, dividida pelo total de moradores do domicílio. Considera pensionistas, empregados domésticos e parentes.

Metodologia e comparabilidade

Os dados referem-se às quatro visitas iniciais do ano de 2025, acumuladas nas primeiras visitas da PNAD Contínua. A divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que regula repasses de estados e DF.

Observações sobre o período pandêmico

O IBGE explica impactos de 2020 e 2021, quando a coleta sofreu quedas. Em 2022 houve recuperação, com adaptação de técnicas de coleta. A partir de 2023, houve retorno ao padrão de primeira visita para o cálculo.

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