- Estudo do Instituto Ifo, da Alemanha, indica que mais de 25% das empresas podem promover cortes de pessoal nos próximos cinco anos devido à IA.
- Publicação no blog do Banco Central Europeu sustenta que o uso significativo da IA pelas empresas está ligado à contratação de mais funcionários no curto prazo.
- Segundo o blog, empresas que utilizam intensivamente IA tendem a contratar, em média, em vez de demitir.
- Quem planeja investir em IA também tende a ter expectativas positivas de crescimento do emprego no futuro.
- Os autores alertam que as perspectivas podem mudar a longo prazo, à medida que a IA transforma processos de produção.
O uso cada vez maior da IA pelas empresas pode gerar empregos na zona do euro, ao contrário do que muitos temem. A observação aparece em uma publicação no blog do BCE, publicada nesta quarta-feira.
Um estudo do Instituto Ifo, da Alemanha, aponta que mais de 25% das empresas alemãs esperam cortes de pessoal nos próximos cinco anos devido ao avanço da IA. Os dados trazem um cenário de ambiguidade entre tecnologia e empregos.
A pesquisa do BCE sobre Acesso ao Financiamento das Empresas mostra que quem utiliza intensivamente a IA tende a contratar mais no curto prazo. Ou seja, IA pode criar vagas em vez de eliminar postos.
Curto prazo: empresas que investem em IA costumam ter expectativas positivas de crescimento do emprego, independentemente do nível de investimento. A conclusão sugere pausa de demissões no próximo ano.
Aplicação prática: o BCE ressalva que o texto reflete o blog e não representa a opinião oficial da instituição. A avaliação se restringe ao curto prazo das empresas.
Longo prazo: especialistas alertam que a visão pode mudar quando a IA transformar processos de produção. Pesquisas mais pessimistas consideram horizontes maiores.
Entre na conversa da comunidade