- O IPCA subiu 0,67% em abril, mais baixo que março (0,88%), mas acima de abril de 2025 (0,67%).
- No acumulado de doze meses, a inflação está em 4,39%, abaixo do teto da meta do Banco Central, de 4,5%.
- A maior alta foi em alimentação e bebidas, com +1,34%, contribuindo com 0,29 ponto percentual da inflação mensal.
- Saúde e cuidados pessoais avançou 1,16%, influenciado pelo reajuste de medicamentos a partir de 1º de abril e por itens de higiene.
- Destaques de alimentos incluem cenoura (+26,63%), leite longa vida (+13,66%), cebola (+11,76%), tomate (+6,13%) e carnes (+1,59%), enquanto café moído (-2,30%) e frango em pedaços (-2,14%) recuaram.
O IPCA, a inflação oficial do Brasil, subiu 0,67% em abril, conforme levantamento do IBGE. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 12, pela instituição. O índice de abril ficou abaixo do registrado em março, quando avançou 0,88%, mas manteve-se acima da variação de abril de 2025 (0,67%).
No acumulado de 12 meses, a inflação está em 4,39%, abaixo do teto da meta do Banco Central, de 4,5%. A maior alta mensal ocorreu em alimentação e bebidas, com avanço de 1,34%, respondendo por 0,29 p.p. do total do IPCA.
Além de alimentos, o grupo saúde e cuidados pessoais registrou alta relevante, de 1,16% (contribuição de 0,16 p.p.). A variação reflete, entre outros fatores, o reajuste de preços de medicamentos que entrou em vigor em 1º de abril, elevando os itens farmacêuticos em 1,77%.
Entre os alimentos, algumas altas chamaram a atenção: cenoura 26,63%, leite longa vida 13,66%, cebola 11,76%, tomate 6,13% e carnes 1,59%. Por outro lado, café moído caiu 2,30% e frango em pedaços recuou 2,14%.
O IPCA é calculado desde 1980 pelo IBGE e considera famílias com renda entre 1 e 40 salários mínimos em dez regiões metropolitanas e em cidades específicas, incluindo Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília.
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