- SpaceX protocolou pedido de IPO para negociar ações na Nasdaq, com o código SPCX, conforme documentos à Securities and Exchange Commission (SEC).
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- O fundador Elon Musk aponta avaliação de US$ 1,75 trilhão, quase 100 vezes a receita de US$ 18,5 bilhões do ano anterior.
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- Analistas de Wall Street estão divididos: alguns veem potencial, outros alertam para supervalorização em relação a receita.
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- A abertura de capital poderia figurar entre as maiores da história, segundo o ambiente de mercado observado.
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- Críticos destacam desafios: margens de lucro de lançamentos, custo da Starlink e questões sobre a viabilidade de centros de dados no espaço, entre outros fatores.
A SpaceX, empresa de Elon Musk, protocolou um pedido de IPO para negociar ações na Nasdaq com o código SPCX, conforme documentos apresentados à SEC. A operação colocaria a empresa no radar de investidores globais pela primeira vez.
A empresa registrou vendas de US$ 18,5 bilhões no último ano. Musk sugere aos investidores que a valoração da SpaceX chegue a US$ 1,75 trilhão, o que gera debates sobre o múltiplo adequado em relação à receita.
O mercado acompanha o movimento com cautela. Dados de referência mostram que a Apple vale cerca de 11 vezes a receita anual, enquanto a Nvidia fica em torno de 25 vezes. A SpaceX, porém, é avaliada em patamar próximo de 100 vezes a receita, segundo o empresário.
A expectativa é de que o IPO seja entre as maiores da história, caso a empresa consiga atrair o interesse necessário dos investidores. A direção da SpaceX afirma que o foco permanece em seus objetivos de exploração espacial e expansão da consciência, conforme posicionamentos recentes nas redes.
Avaliação e dúvidas entre analistas
Analistas de Wall Street apontam incertezas sobre a viabilidade de lucro de curto prazo, diante de margens ainda estreitas em lançamentos de foguetes e dúvidas sobre a viabilidade econômica de serviços como Starlink em escala global.
Especialistas ressaltam que a SpaceX envolve ativos de alto custo e apostas em tecnologia de IA e dados no espaço, o que pode sustentar avaliações elevadas caso haja execução bem-sucedida dos planos.
No radar dos investidores, surgem questionamentos sobre o peso de futuras receitas com centros de dados no espaço e a sustentabilidade do crescimento frente a riscos tecnológicos e regulatórios.
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