- A fortuna de Lionel Messi ultrapassou US$ 1 bilhão, com mais de US$ 700 milhões em salários e bônus desde 2007, segundo o Bloomberg Billionaires Index.
- Além de rendimento direto, o patrimônio foi ampliado por imóveis, participações societárias e acordos comerciais nos Estados Unidos.
- Em 2023, Messi deixou o Paris Saint‑Germain para a Inter Miami; o clube valeu cerca de US$ 1,45 bilhão em fevereiro, tornando-se o time de futebol mais valioso dos Estados Unidos.
- Ronaldo foi o primeiro a se tornar bilionário no esporte, em 2023, após assinatura com o Al‑Nassr; Messi chegou ao patamar de mil milhões de dólares com ganhos fora de campo.
- Fora de campo, Messi atua em negócios geridos pelo pai, com investimentos como Edificio Rostower Socimi, Más+ by Messi e participação em restaurantes; também há rumores de participação acionária no Inter Miami.
O patrimônio de Lionel Messi ultrapassou US$ 1 bilhão, segundo o Bloomberg Billionaires Index, consolidando o atacante argentino entre os atletas mais ricos do mundo ao lado de Cristiano Ronaldo. A soma decorre de salários, bônus desde 2007 e de ganhos com imóveis, participações societárias e acordos nos EUA.
Messi acumula mais de US$ 700 milhões em salários e bônus desde 2007, ajustados por impostos, investimentos e patrocínios. O restante vem de propriedades, negócios próprios e eventual participação acionária em empresas ligadas ao Inter Miami, clube americano onde atua desde 2023.
A trajetória empresarial do jogador tem sido conduzida pelo pai, Jorge Messi, com a participação de gestores. Além de investimentos, ele fez transações no setor imobiliário na Espanha e expandiu para bebidas, restaurantes e ativos esportivos.
Fortuna de US$ 1 bilhão
A grande marca coloca Messi ao lado de Cristiano Ronaldo, que se tornou bilionário após assinar com o Al-Nassr em 2023. A diferença de trajetória envolve oportunidades de branding e acordos comerciais ao longo de suas carreiras.
O Inter Miami, clube de Messi, valorizou-se após a contratação e, segundo fontes, inclui ainda opções de participação acionária. A equipe tornou-se o clube mais valioso dos EUA, com valor estimado em US$ 1,45 bilhão no último levantamento.
A negociação com a Apple para compartilhamento de receita ligada ao MLS Season Pass também pesou nos acordos de pagamento. O montante total anual de Messi no clube é estimado entre US$ 70 milhões e US$ 80 milhões, incluindo direitos patrimoniais.
Outra frente de negócios envolve imóveis comerciais, hotelaria e participação em redes de restaurantes. A família Messi atua com um portfólio diversificado, em que o brasileiro também figura como investidor em projetos de hospitalidade e consumo.
Historicamente, Messi já teve impasses com autoridades fiscais na Espanha, envolvendo direitos de imagem. Em 2024, ele listou um REIT na bolsa espanhola como parte de sua estratégia de diversificação.
Especificamente, a novidade do momento é a consolidação de Messi como investidor e empresário fora dos campos, mantendo raízes em Barcelona e em Rosario, na Argentina, onde a família também envolve projetos esportivos locais.
Agora, com o auge no século XXI, o jogador permanece entre os ativos mais valiosos do esporte, reforçando que sua carreira de atleta caminha para o desenvolvimento de um ecossistema de negócios ao redor de sua marca.
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