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Brasil e Suriname negociam acordo para ampliar comércio bilateral

Brasil e Suriname vão iniciar negociações para ampliar o comércio bilateral, com foco em petróleo, mineração e segurança alimentar

O presidente Lula (PT) e a presidente surinamesa, Jennifer Geerlings-Simons. Foto: Ricardo Stuckert/PR
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  • Brasil e Suriname vão iniciar negociações para ampliar o acordo comercial a partir do segundo semestre, buscando facilitar o comércio e incluir novos setores; em 2025 o comércio bilateral ficou em 55 milhões de dólares.
  • O encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Jennifer Geerlings-Simons ocorreu em Brasília, com Simons sendo a primeira mulher a liderar o Suriname.
  • A relação enfatiza petróleo offshore, minerais críticos e mineração sustentável, com cooperação entre Petrobras e Staatsolie e foco em industrialização local e agregação de valor.
  • Agricultura e segurança alimentar aparecem como prioridade, com o Brasil oferecendo carne bovina, suína e de aves, além de cooperação técnica com Embrapa.
  • Ao todo, foram assinados 13 acordos de cooperação em áreas como segurança cibernética, combate ao tráfico de pessoas e operações nas fronteiras, além de discutir expansão de conexões marítimas e aéreas e o projeto do Anel das Guianas.

Brasil e Suriname vão iniciar negociações formais para ampliar o acordo de comércio entre os dois países a partir do segundo semestre, visando ampliar oportunidades de negócios. O anúncio foi feito após encontro entre Lula e Jennifer Geerlings-Simons, em Brasília.

A reunião ocorreu nesta quinta-feira, 28, no Palácio do Itamaraty. Lula destacou que o comércio bilateral é concentrado em poucos produtos e teve 55 milhões de dólares em 2025, insuficiente para o potencial dos dois países.

Parcerias comerciais e setoriais

As negociações devem ampliar facilidades de comércio e incluir novos setores, com foco em maquinários, material elétrico, indústria química e commodities, hoje majoritariamente exportados pelo Brasil. Também haverá encontros com o setor produtivo surinamês.

Nos últimos anos, Suriname encontrou grandes reservas de petróleo offshore, na Bacia da Guiana. Em 2024, Brasil e Suriname firmaram acordos sobre petróleo, energias renováveis e segurança na exploração de hidrocarbonetos, fortalecendo a cooperação energética.

Cooperação agrícola e social

Lula destacou o papel brasileiro na segurança alimentar do Suriname, com potencial para fornecimento de carnes e outros alimentos. Também foi enfatizada a cooperação técnico-científica e intercâmbios em Embrapa, agricultura familiar e sistemas agroflorestais.

Jennifer Geerlings-Simons participa de visitas a unidades da Embrapa e a projetos sociais. Ela também deve conhecer uma unidade do Cras e um empreendimento do Minha Casa, Minha Vida, explorando modelos para o Suriname.

Acordos e integração regional

Ao todo, foram assinados 13 acordos de cooperação em áreas como segurança cibernética, cooperação policial, combate ao tráfico de pessoas, saúde pública e manejo de barragens. Também foram discutidas vias de conexão marítima e aérea, e o avanço do Anel das Guianas.

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