- O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos recomenda tarifa de 25% sobre as importações brasileiras, com exceções para itens estratégicos, entre eles carne bovina; a decisão cabe ao presidente Donald Trump.
- A sugestão resulta de uma investigação da Seção 301 da Lei de Comércio de mil novecentos e setenta e quatro, chefiada pelo embaixador Jamieson Greer.
- Entre os itens poupados estão carnes, frutas tropicais, minerais, café, cereais, castanhas-do-pará e castanha de caju, além de aeronaves, peças de aeronaves, terras raras e fertilizantes.
- O USTR acusa o Brasil de práticas “irrazoáveis” em comércio digital, tarifas preferenciais desleais, corrupção, pirataria, demora em análises de patente e questões relacionadas ao etanol.
- A proposta prevê consulta pública com prazos: até vinte e dois de junho, pedidos de participação; até um de julho, comentários por escrito; audiência até seis de julho; e medida corretiva até quinze de julho; o diálogo com o governo brasileiro, incluindo o presidente Lula, foi mantido.
O Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) recomendou a aplicação de uma sobretaxa de 25% sobre a importação de mercadorias brasileiras, com exceções para itens estratégicos, como carne bovina. A decisão final cabe ao presidente Donald Trump.
O relatório acusa o Brasil de práticas consideradas irrazões, incluindo questões de comércio digital, serviços de pagamento, fiscalização de tarifas e combate à pirataria. Entre os itens poupados estão carnes, frutas tropicais, minerais, café, cereais, castanhas e fertilizantes.
Enquanto o governo brasileiro pode responder, o USTR aponta ainda deficiências na proteção à propriedade intelectual e no combate ao desmatamento. A investigação foi aberta sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. A cobrança depende de decisão presidencial.
Processo de consulta pública
A agência abriu etapa de consulta pública para colher contribuições. Até 22 de junho, interessados devem requerer participação na audiência com resumo de depoimento. Comentários por escrito vão até 1º de julho.
A audiência pública ocorre até 6 de julho, com participação aberta a entidades públicas e privadas. O objetivo é gerar dados para embasar medidas corretivas a serem discutidas. A data-limite para execução é 15 de julho de 2026.
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