- Ibovespa fechou em queda de 0,77% aos 169.019 pontos, acumulando 2,7% de baixa na semana e registrando a oitava semana seguida de perdas.
- O dólar fechou a R$ 5,17, alta de 2%, pressionado pela expectativa de alta de juros nos Estados Unidos.
- Dados de emprego dos EUA mostraram criação de 172 mil vagas em maio, desemprego em 4,3% e ganho médio por hora de 0,3%.
- Entre as ações brasileiras, a Vale recuou 3,78%, enquanto Petrobras caiu 0,87%; Embraer subiu com contrato firme para 15 jatos; Magazine Luiza avançou após revisão de recomendação.
- Equatorial e Copasa tiveram quedas em meio a deliberações sobre privatizações, com a Equatorial apresentando proposta para atuar como investidora estratégica após a desistência de um grupo.
O Ibovespa fechou em queda de 0,77% aos 169.019 pontos, encerrando a semana com avanço negativo de 2,7%. O índice acumula queda de 15,2% desde o pico de 14 de abril e o ano registra alta de 4,9%.
O dólar chegou a R$ 5,17, com valorização de 2%, após dados de emprego dos EUA fortalecerem a percepção de alta de juros na economia norte-americana. Na bolsa brasileira, o recuo ocorreu em meio a recuo de ações de tecnologia em Nova York e forte ajuste internacional.
Dados dos EUA
- Folha de pagamento de maio: +172 mil vagas, revisão para cima dos meses anteriores.
- Desemprego: 4,3%.
- Ganho por hora: +0,3%.
- Desempenho externo influenciou câmbio e títulos no Brasil.
Desempenho das ações
- Vale (VALE3): -3,78% e maior influência negativa no índice.
- Petrobras (PETR4): -0,87%.
- Bradesco e Itaú Unibanco subiram; Banco do Brasil e BTG Pactual tiveram quedas; Santander Brasil ficou próximo da estabilidade.
Resultados setoriais e movimentos
- Equatorial (EQTL3) e Copasa (CSMG3) recuaram em meio a deliberações sobre privatizações.
- Equatorial apresentou proposta para atuar como investidora estratégica; grupo Itaúsa/Aegea desistiu.
- Embraer (EMBJ3) subiu após assinar contrato firme para 15 jatos com Azorra.
- Magazine Luiza subiu após upgrade do Citi para neutro, mantendo recomendação de alto risco.
Fontes indicam que investidores aguardam novos sinais da política monetária global e desdobramentos setoriais, especialmente no setor de infraestrutura. Com informações da Bloomberg News.
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