Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Pré-mercado: Novos bombardeios no Golfo Pérsico e inflação nos EUA

Nova escalada entre Irã e EUA eleva tensões regionais; petróleo fica estável e investidores acompanham o CPI de maio nos EUA para o Fomc

Navios petroleiros passam pelo Estreito de Ormuz: cenário incerto (Foto: Hamad I Mohammed / Reuters)
0:00
Carregando...
0:00
  • A Guarda Revolucionária do Irã disse ter atacado bases militares americanas na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein com mísseis e drones nesta quarta (10), em retaliação a ações dos EUA no Estreito de Ormuz.
  • Os EUA confirmaram ataques a defesas aéreas iranianas e radares, descritos como resposta proporcional à derrubada de um helicóptero Apache, cujos dois tripulantes foram resgatados.
  • O Irã afirmou ter retaliado com drones contra alvos navais dos EUA no Bahrein e com mísseis contra instalações americanas na Jordânia; a Jordânia afirmou ter interceptado cinco mísseis.
  • Mercados de petróleo mantiveram-se estáveis, com Brent em US$ 91,47 o barril e WTI em US$ 88,31 o barril, após início de sessão com ganhos.
  • Nos EUA, a inflação de maio (CPI) é esperada em alta de 0,5% mensal e 4,2% anual, com núcleo em 0,3% mensal e 2,9% anual, influenciando as expectativas para a reunião do Fomc nos dias 16 e 17 de junho.

A sessão de pré-mercado desta quarta-feira, 10 de junho, traz novidades sobre o conflito no Golfo Pérsico e a inflação nos EUA. As funções de pregão acompanham olhos atentos a novos desdobramentos geopolíticos e ao calendário de indicadores. A volatilidade pode impactar mercados globais, mesmo com resposta inicial contida dos ativos.

A Guarda Revolucionária do Irã informou ter realizado ataques com mísseis e drones contra bases militares americanas na Jordânia, Kuwait e Bahrein nesta quarta-feira. O objetivo, segundo Teerã, foi retaliação aos ataques dos EUA contra alvos iranianos perto do Estreito de Ormuz. A resposta acontece dias após declarações do presidente Donald Trump sobre uma possível retaliação forte.

Em resposta, as forças americanas afirmaram ter atingido defesas aéreas iranianas, estações de controle terrestre e radares, descrevendo a ação como resposta proporcional. O episódio marca uma escalada desde o cessar-fogo entre EUA e Irã, assinado em abril, e envolve múltiplos cenários regionais.

O Irã afirmou que retaliou com ataques de drones contra alvos navais dos EUA no Bahrein e com mísseis contra instalações americanas na Jordânia. A Jordânia informou ter interceptado cinco mísseis destinados à base aérea de Muwaffaq Salti, usada por operações aéreas norte-americanas.

Bahrein e Kuwait também confirmaram ações defensivas: o Bahrein disse ter abatido drones e mísseis iranianos, enquanto o Kuwait relatou interceptações de alvos hostis, sem detalhar números. Entre os países envolvidos, a tensão regional se mantém elevada e perto do Estreito de Ormuz.

O porta-voz iraniano afirmou que Teerã reavalia seu engajamento diplomático com Washington após as violações do cessar-fogo. O avanço de ataques elevou a incerteza sobre qualquer acordo de paz que ponha fim ao conflito que começou em fevereiro.

Apesar da escalada, o mercado de petróleo reagiu de forma limitada. O Brent para agosto ficou estável perto de 91,47 dólares por barril, e o WTI avançou 0,1%, para 88,31 dólares por barril, após ganhos iniciais.

Perspectivas de inflação nos EUA

Amanhã, cresce a atenção com dados de inflação ao consumidor de maio, pelo CPI. A leitura aponta alta de 4,2% nos 12 meses, ante 3,8% em abril. O núcleo deve subir 2,9% no período, frente 2,8% anteriormente.

Essas informações ajudam a moldar as expectativas para a reunião do Fomc, prevista para 16 e 17 de junho. A divulgação também influencia o ritmo de política monetária e os próximos movimentos de preço de ativos.

Indicadores relevantes

Nos Estados Unidos, o CPI de maio deve manter o ritmo de alta moderada, com núcleo também em trajetória semelhante. No Brasil, não há indicadores relevantes previstos para o dia. O mercado acompanha, ainda, a evolução do conflito na região do Golfo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais