- A Polícia Federal realizou buscas em endereços de nove pessoas e bloqueou R$ 670 milhões em bens ligados ao Digimais, banco ligado ao bispo Edir Macedo.
- O nome de Edir Macedo foi incluído no rol de investigados, mesmo sem ele ter tido endereços alvo das diligências.
- Parlamentares do Republicanos, partido ligado à Universal, afirmam que a ação contra o banco seria uma perseguição política.
- O Banco Central identificou indícios de manipulação na escrituração do Digimais, incluindo maquiagem de balanços para parecer solidez e solvência.
- O texto compara o caso ao histórico da falecida casa bancária de Daniel Vorcaro para ilustrar o que está em jogo.
O banco Digimais, ligado ao bispo Edir Macedo, é alvo de investigações que apontam para práticas fraudulentas. A Polícia Federal cumpriu ordens em endereços de nove pessoas e bloqueou ativos no valor de 670 milhões de reais. A ação envolve suposta maquiagem contábil para apresentar solidez fictícia.
A PF não informou se houve prisão, mas destacou que o nome de Edir Macedo está entre os investigados. A Associação entre o religioso e o banco é tema de apuração, com dados sobre operações e vínculos políticos sendo analisados.
O Banco Central detectou indícios de manipulação na escrituração do Digimais, com indicações de balanços e demonstrações contábeis maquiados. A força-tarefa ressalta que fraude requer explicações consistentes e não tergiversação.
Avanços da investigação e termos políticos
Parlamento e membros de partidos próximos ao Universal analisam a possibilidade de perseguição política, diante da relação de Macedo com o Republicanos. Até o momento, não há conclusão sobre motivação nem responsabilidade final dos envolvidos.
A operação indica que autoridades avaliam impactos sobre a credibilidade do setor bancário e a proteção de investidores. A apuração continua para confirmar responsabilidades e esclarecer os fatos apresentados até aqui.
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